sábado, 5 de julho de 2008

Exame Nacional de Matemática

Agência Lusa

A taxa de reprovação no exame de Matemática A do 12º deste ano baixou para 7 por cento, contra os 18 por cento do ano passado, numa prova em que a média de notas foi de 12,5 valores. Mas a média de notas no exame de Português do 12º deste ano ficou abaixo dos 10 valores pela primeira vez em três anos, situando-se nos 9,7 valores face aos 10,8 de 2007.
A taxa de reprovação de 7 por cento dos 36.674 alunos que fizeram este ano a prova de Matemática A é menos de metade da verificada no ano passado (18 por cento) e cerca de um quarto da de 2006 (29 por cento), indicam os dados oficiais distribuídos hoje à tarde pelo Ministério da Educação (ME). Em relação aos alunos internos (ou seja, os que frequentaram a disciplina durante todo o ano), a média obtida foi de 14 valores, 3,4 valores acima do que se verificou em 2007, ano em que pela primeira vez a média obtida por estes alunos foi superior a dez valores. No total dos alunos, ou seja incluindo os que já estavam chumbados e se auto-propuseram a exame, a média é de 12,5 valores (mais 2,1 valores do que os 9,4 de 2007).
Na Matemática B (prova realizada por 6731 alunos), a média de resultados foi de 11,4, uma subida em relação aos 7,5 valores verificada em 2007. A taxa de "chumbos" neste exame foi igualmente de sete por cento contra os 24 por cento de 2007 e os 30 por cento em 2006. Na Matemática Aplicada às Ciências Sociais o cenário é inverso: a média de 9,6 valores obtida este ano pelos 8533 alunos é inferior aos 11,5 valores do ano passado. Também a taxa de reprovações aumentou de sete por cento em 2007 para 13 por cento este ano.
Após a realização das provas, em finais de Junho, a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) considerou que o exame nacional de 12º ano de Matemática A foi "mais fácil" do que o de 2007, alegando que a prova continha "um grande número" de questões de resposta "imediata e elementar". "A prova comporta um grande número de questões de resposta imediata e elementar, não aferindo conhecimentos matemáticos importantes, o que perfaz um total de cinco valores. Confirma-se a tendência já patente no exame nacional do 9º ano [...]", afirmava a SPM, num parecer sobre a prova.
Num comunicado divugado hoje, o Ministério da Educação enaltece a "melhoria" nos resultados da Matemática, "que se verifica pelo terceiro ano consecutivo". Por outro lado, o ME diz que os resultados deste ano resultam do "efeito combinado de três factores": "mais tempo de trabalho e estudo por parte dos alunos acompanhado pelos professores [...] no âmbito do Plano de Acção para a Matemática", "provas de exame correctamente elaboradas, sem erros e com mais tempo de realização" e um "maior alinhamento entre o exame, o programa e o trabalho desenvolvido pelos professores".

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Feliz aniversário - Nelson Mandela


Nelso Mandela celebrará os seus 90 anos amanhã, a sua data de nascimento é na verdade dia 18 de julho, e para comemorar, foi lançado um site para que as pessoas enviem mensagens de feliz-aniversário. A intenção é reunir todas as mensagens para que se crie o maior cartão de aniversário do mundo e também projectá-las numa tela na celebração do seu aniversário, que vai ser no maior jardim a céu aberto da capital britânica, o Hyde Park.
Também é possível enviar um SMS com uma mensagem para o número 46664 (ironicamente, o número de identificação de Mandela durante os seus longos anos de prisão.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Bom Dia

Hoje de manhã saí muito cedo

Hoje de manhã saí muito cedo,
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar.
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Alberto Caeiro

quinta-feira, 12 de junho de 2008

EPM-CELP LANÇA COLECÇÃO ACÁCIA


A Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa acaba de lançar uma colecção literária designada colecção Acácia. Trata-se de uma edição periódica de caixas com quatro livros, em A6, cujo grafismo esteve a cargo do pintor moçambicano Luís Cardoso, e editorialmente dirigida pelo escritor e crítico literário António Cabrita. A colecção privilegia autores contemporâneos mas também edita os clássicos.

A primeira caixa, inclui os livros " Os amantes sem ninguém", de António Cabrita, "Mbila e o Coelho", de Rogério Manjate, " Balada da Neve e outros poemas" de Amadeu Baptista, "Concerto Nº2 para vento e Jacarandá", de António Cabrita. Já a segunda caixa, reúne os livros " Felizes As Águas", de Armando Artur, "Hamlet & Ofélia", de Carlos Alberto Machado, " O Armário de Midas", de Nicolau Saião e "Bichos de papel", de Vergílio Vieira.


Seguir-se-ão livros de Marcelo Panguana, Mbate Pedro, Luís Carlos Patraquim, Guilherme Ismael, entre outros.

Instituto Camões promove ciclo de cinema

O Instituto Camões em parceria com o Cine Clube Koamba Kanema e o cinema Scala promovem desde quarta feira um ciclo de cinema de realizadores portugueses. Os Filmes são exibidos em sessões diárias às 18 horas. os filmes são:
A caixa (Manoel de Oliveira)
Sinopse: O filme A CAIXA é uma adaptação à maneira de uma parábola, tirada da peça homónima de Prista Monteiro. A acção concentra-se nas escadinhas dum bairro pobre e conta a derradeira desventura dum velho cego a quem já por uma vez lhe roubaram a caixa de esmolas - seu ganha-pão oficializado. A filha, para além dos trabalhos de casa, afadiga-se com roupas que passa a ferro para fora. O homem, dela, um marginal desempregado como outros tantos dos seus amigos, vive às custas da caixa do cego, que agora é roubada pela segunda vez. O caso levanta grande conflito que desanda em tragédia, a qual, por ironia do destino acaba por libertar a filha da anterior carga familiar e...
Um filme de MANOEL DE OLIVEIRA com Luís Miguel Oliveira, Beatriz Batarda, Diogo Dória

cinco dias, cinco noites (José Fonseca e Costa)


Sinopse: Portugal, finais dos anos 40. André, 19 anos, vê-se forçado a abandonar o país depois de fugir da prisão.
No Porto, uns amigos arranjam-lhe um passador (Lambaça), contrabandista dado ao vinho e brigão, que conhece bem a fronteira de Trás-os-Montes.
A sua antipatia e desconfiança mútua nascem logo no primeiro encontro.
Mas, ao longo de cinco dias e cinco noites, atravessando montes e vales, escondem-se da guarda e da polícia política, e com a ajuda de muitos conhecidos de Lambaça (entre os quais a bela Zulmira), os dois homens vão ter tempo para se conhecer melhor um ao outro.
E dessa antipatia e desconfiança iniciais, do encontro desses dois mundos que de outra forma nunca se cruzariam, irá talvez ficar, quando finalmente se despedem, uma amizade e admiração que nenhum deles se esquecerá.

Lusofolia, a (R)evolução (Red Bull Music Academy)

O documentário "Lusofonia, A (R)Evolução" surge sob a produção da Red Bull Music Academy e actividades que tem desenvolvido em Portugal. Este é um evento à escala mundial direccionado para a formação de músicos, DJs e produtores, que acontece uma vez por ano numa cidade mundial.
Foi, tendo em conta o imenso potencial musical que reside no espaço lusófono que nasceu um documentário, que durou cerca de dez meses a produzir, e tem como base 35 entrevistados, 33 bandas e videoclips e pesquisa bibliográfica. O seu objecto foi a fusão entre elementos musicais autóctones de Portugal, Brasil e PALOP (Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau) e a sua integração em géneros de música urbana actual. O resultado deste cruzamento é o nascimento de produtos musicais específicos da lusofonia, revelando uma identidade singular dos seus executantes no cenário mundial.

O Milagre segundo Salomé ( Mário Barroso)



Sinopse: Portugal, 1917. O país vive uma grande agitação política e social e diz-se que em Fátima a virgem apareceu a três pastorinhos.Salomé, uma jovem vinda da província, é uma das muitas raparigas que animam um dos mais conhecidos bordéis de Lisboa, mas é uma rapariga tão especial que um dia um senhor de posses convida-a para viver em sua casa e apresenta-a à alta sociedade de Lisboa.Mas o seu passado não deixará de a perseguir e Salomé, que pensava que este seria para ela o começo de uma nova vida, vai afinal acabar por perder tudo ao tornar-se personagem involuntária desse milagre que então agitou o país...

Ganhar a vida (João Canijo)



Sinopse: Cidália tem 36 anos, é portuguesa, e vive com a família, marido, irmã e dois filhos, num bairro dos arredores de Paris. A sua vida resume-se a trabalhar muito, para juntar dinheiro, numa comunidade fechada sobre si própria e que não gosta de dar nas vistas.
Mas uma noite o seu filho mais velho é morto pela polícia, e a sua vida irá mudar para sempre.
Porque não quer aceitar as explicações oficiais, a passividade e a vergonha da sua comunidade, e o sem sentido que descobre na sua vida.
Esta é a história de uma personagem que a vida fará maior que a vida, ao descobrir na tragédia que a trespassa, e na morte que se instala na sua própria família, que o que tem a ganhar é precisamente uma nova vida.
Situada nos arredores de Paris, entre a comunidade portuguesa emigrada em França, esta é a história de Cidália, uma mulher de trinta e poucos anos, que como muitas outras não vive senão para o trabalho, para a família e para juntar dinheiro para um dia voltar a Portugal.
Mas numa madrugada do frio Inverno parisiense, em que tudo parecia correr como habitualmente, a polícia mata o seu filho mais velho, e a partir desse trágico incidente toda a sua vida irá ser posta em causa.
Porque Cidália não se quer resignar com as explicações oficiais, e com a passividade da comunidade portuguesa e a da sua própria família.
E porque, revoltando-se contra tudo e contra todos, e não tendo já nada a perder, Cidália vai afinal acabar por descobrir uma outra vida.
E ganhar, verdadeiramente, a vida.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

ENCONTROS COM AS ARTES

5ºFEIRA e 6ªFEIRA ... 4 e 5 de Junho PELAS 12 horas, junto ao Pátio das Laranjeiras

5ªfeira -ACTUAÇÃO dos alunos participantes nos “Ídolos”

6ªFeira-Actuação dos alunos do 7º8ºanos,com a abertura do Duo de iniciação á guitarra.
venham daí ouvir a garotada cantar !!!

terça-feira, 3 de junho de 2008

DIA MUNDIAL AMBIENTE


O Dia Mundial do Ambiente, é comemorado todos os anos no dia cinco de Junho. É através deste dia, que as Nações Unidas estimulam a consciencialização mundial para os problemas do meio ambiente.

O slogan para o Dia Mundial do Ambiente de 2008 apela a que “Mude os seus hábitos! Rumo a uma economia com reduzida produção de carbono”.

O Dia Mundial do Ambiente irá ainda destacar os recursos e iniciativas que promovam uma economia com diminuição da produção de carbono e de mudanças nos estilos de vida, tais como a melhoraria da eficiência energética, utilização de energias alternativas, conservação florestal e o consumo ecológico.

A comemoração deste dia tem como objectivos: capacitar as pessoas a tornarem-se agentes de desenvolvimento sustentável e equitativo; promover uma compreensão entre as comunidades, de forma a mudar de atitudes para com o universo ambiental; e defender e incentivar parcerias que assegurem a todas as nações e povos a comodidade de um futuro mais seguro e mais próspero.


Vamos todos contribuir para um AMBIENTE MELHOR!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Regulamento sobre a atribuição de Bolsas de Estudo

Foi criado o regulamento sobre bolsas de estudo a atribuir a alunos de nacionalidade moçambicana . As candidaturas deverão ser entregues nos Serviços de Administração Escolar (SAE) desta Escola, até dia 9 de junho de 2008. Para mais informações, deverão os interessados dirigir-se aos SAE da Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa. O regulamento encontra-se publicado na página da escola na secção Alunos.

'Entre Les Murs' recebe Palma de Ouro em Cannes

"Entre les Murs", de Laurent Cantet, foi o grande vencedor do 61º Festival de Cannes, onde recebeu a Palma de Ouro no 61º Festival de Cannes. A França, país anfitrião do Festival, não recebia uma Palma de Ouro há 21 anos, desde que distinguiu "Les souliers de satan" de Maurice Pialat.O filme explora o quotidiano de um colégio parisiense onde um professor de francês ensina uma língua muito diferente da que os seus alunos falam diariamente. A obra é inspirada no livro de François Bégaudeau.Laurent Cantet afirmou não estar "surpreendido" pelo facto "da escola interessar ao mundo inteiro". O filma evoca os problemas da imigração e da integração escolar. "As questões são as mesmas em todos os países. Vai-se à escola não só para aprender, mas também para se saber ser cidadão adulto, em todos os países do mundo", justificou o cineasta francês.

sábado, 24 de maio de 2008

Jogos de Tabuleiro - Conferência organizada pela Soc. Portuguesa de Matemática

Investigadores, matemáticos, inventores de jogos, curadores de museus, historiadores, arqueólogos e psicólogos de todo o mundo estiveram recentemente reunidos no Museu da Ciência, em Lisboa, na 11ª edição do Board Game Studies Colloquium, uma conferência que reúne os melhores especialistas mundiais em Jogos de Tabuleiro, e que se realiza pela primeira vez em Portugal.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Transições muito bruscas - Investigadores defendem fusão entre o 1º e 2ºciclo do ensino básico

Os investigadores que participaram no estudo do Conselho Nacional de Educação defendem uma alteração da organização do sistema educativo, com a fusão entre o 1.º e o 2.º ciclo do ensino básico, ou seja, a criação de um ciclo único de seis anos, em que o modelo que existe para os primeiros quatro anos da escola se estenderia por mais dois, com alterações menos "bruscas".Neste modelo, o professor que começa a trabalhar com uma turma no 1.º ano da escola acompanharia os seus alunos até ao 6.º. Progressivamente, seria co-adjuvado por outros colegas em áreas mais específicas.
Este reorganização permitira ainda aproximar o trabalho dos docentes do 1.º e do 2.º ciclo. O que acontece no actual sistema é que, para "os primeiros o que interessa é que os alunos aprendam, enquanto para os segundos o que interessa é que a sua disciplina seja aprendida". "Para os primeiros o foco são os alunos, enquanto para os segundos o foco é a disciplina escolar."
Artigo retirado do Público

terça-feira, 20 de maio de 2008

Ciclo de Cinema na Biblioteca José Craveirinha - Esta semana, Hotel Rwanda

SINOPSE
3 NOMEAÇÕESÓSCARES DA ACADEMIAInclindoMelhor Actor - Don Cheadle
Quando o mundo fechou os olhos, um homem teve a coragem de fazer a diferença.

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA
Estamos em 1994.Ruanda é palco de uma das maiores atrocidades da história da humanidade onde, em apenas 100 dias, quase um milhão de tutsis são brutalmente assassinados por milícias de etnia hutu. No cenário destas indescritíveis acções um homem promete proteger a família que ama, acabando por encontrar a coragem para salvar mais de um milhar de refugiados.'Hotel Ruanda' conta-nos a história verídica de Paul Rusesabagina, um homem que conseguiu evitar o genocídio de mais de 1200 tutsis durante a guerra civil ao conceder-lhes abrigo no hotel que dirigia na capital de Kigali.

REALIZADOR Terry George

INTÉRPRETES Don Cheadle, Joaquin Phoenix, Sophie Okonedo, Nick Nolte, Antonio David Lyons.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Mudança de atitude...

Trabalho desenvolvido pelos alunos do 12º A no âmbito da disciplina de Área Projecto! Muito Bom! Vale a pena assistir.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Encontros com arte..

...de regresso com as artes às 5ªs FEIRAS... Dia 15de Maio, pelas 12 horas, Junto ao Pátio das Laranjeiras
ACTUAÇÃO DO GRUPOs de dança tradicional Dança Mapiko e Zore

Curiosidades:
Sabiam que.....
A dança MAPIKO é uma dança secreta originária da província de Cabo Delgado. Esta dança era executada nos limites da aldeia, junto à floresta. Hoje em dia é considerada como acto de manifestação de alegria do povo.
A dança é executada com uma máscara de madeira.


A dança Zore é originária da região de Zavala, em Inhambane. Esta dança era feita devido ás guerras constantes que os chopes (tribo do sul de moçambique) travavam contra os Ngunis(tribo sul africana).Celebrava os guerreiros após o seu regresso onde saíam vitoriosos.

terça-feira, 13 de maio de 2008

XI Jornadas de Formação

Dando sequência à tradição instituída desde Março de 2003, nos dias 3 de Maio e 10 de Maio, o Centro de Formação e Difusão da Língua Portuguesa, organizou as XI Jornadas de Formação para docentes e técnicos do sistema educativo moçambicano, onde foram contempladas áreas científicas e técnicas com o necessário enquadramento pedagógico, ao sistema de ensino moçambicano: Português e Matemática nos diversos ciclos de ensino, Gestão e Contabilidade, Educação Física e Desporto Escolar, Informática, Educação Pré-Escolar, Educação Visual, Psicologia e Literatura.Foi com muito prazer e grande entusiasmo que o Centro de Formação e de Difusão da Língua Portuguesa, preparou a realização destas jornadas, que contaram com a presença de quinhentos agentes deste sistema, que trabalharam durante estes dois dias, sempre numa perspectiva de partilha de saberes, de técnicas, de experiências, de reflexões e até de dúvidas – porque é essa a génese do processo de formação contínua, procurando superar eventuais constrangimentos do quotidiano, e gerindo a construção intelectual de uma forma estimulante..A Escola Portuguesa de Moçambique tem investido dentro das suas possibilidades tanto em termos dos recursos financeiros, com em termos dos seus recursos humanos, na formação de professores e de técnicos do sistema educativo de Moçambique, porque acredita que os progressos sócio-económico e tecnológico só serão possíveis, se forem alicerçados na solidez da Educação, onde os professores desempenham um papel fundamental, dado que são eles os verdadeiros agentes da mudança..Aliás, este investimento surge no âmago da Cooperação Portuguesa, na área da Educação, dentro do espírito de estar a prestar um serviço público, ao país onde a EPM-CELP está implantada de acolhimento. De facto, ao longo das XI jornadas que a EPM-CELP já organizou, num total de duas mil horas de formação efectiva, já foram formados mais de dois mil e quinhentos professores e técnicos do sistema de ensino moçambicano. É a clareza destes números, que garantem à EPM-CELP estar no trilho certo, deste périplo científico e pedagógico, que persistirá em realizar, enquanto sentir que há uma demanda a satisfazer.

Pmate 2008 - Competições

Pmate 2008
Resultados obtidos pela Escola Portuguesa no concurso de 2008.
Equamat 9ºano
Vânia Marisa Nobre Ferreira e Cristiana Ribeiro Marques dias 10º Lugar em 834 equipas.

Mat 12 – 10ºano
Inayah Sultan e Giselle de Oliveira Bourguignon – 15 lugar em 345 equipas.

Bio 10 - 11
Mónica Isabel Tavares Amorim e Cristiano Serra 5º lugar em 156 equipas.

Parabéns a todos! Para o ano há mais. Aproveitem, estudar matemática vale a pena! Increve-te no Pmate e começa já a treinar, porque para o ano podes ser tu! Estás à espera de quê?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Filme desta semana - O Elo Perdido (Man to Man)


O Elo Perdido (Man to Man)
Elenco: Joseph Fiennes, Kristin Scott Thomas, Iain Glen, Hugh Bonneville, Cécile Bayiha, Flora Montgomery.
Direção: Regis Wargnier
Gênero: Drama


Sinopse: Na promissora Edinburgo de 1879, o jovem médico escocês Jamie Dodd (Joseph Fiennes, de Shakespeare Apaixonado) aventura-se pela inexplorada África Equatorial na companhia da aventureira Elena Van Den End (Kristin Scott Thomas, de O Paciente Inglês) para capturar pigmeus. De volta à cidade na companhia de Toko (Lomama Boseki) e Likola (Cécile Bayiha), o médico desentende-se com seus dois colegas de pesquisa, determinados a provar o elo perdido da espécie humana, quando defende que o casal de pigmeus demonstra inteligência e sentimentos humanos. Vítima da segregação dos amigos, do escárnio da comunidade científica e da crueldade humana, Jamie vê seus amigos pigmeus serem expostos no zoológico local e submetidos, como ele próprio, à mais injusta humilhação. A solidariedade que vai reuni-los será de laços muito fortes, os laços da própria humanidade. Uma aventura antropológica do cineasta francês Régis Wargnier em busca do O Elo Perdido dos valores mais nobres do ser humano.

Filme de abertura do Festival de Berlim em 2005

Curiosidades: » O director Régis Wargnier é um dos mais conceituados cineastas franceses, vencedor do Oscar de Filme em Língua Estrangeira com Indochina (1992).
» Os zoológicos humanos mencionados no filme são factos reais que proliferaram na Europa no século 19, pesquisados pelo director.
» As seqüências da expedição de caça aos pigmeus foram gravadas nas florestas ainda preservadas da África do Sul, o que garante a exuberância visual da produção.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

CineÁfrica - EPM-CELP


Um Ciclo de Cinema sobre África, porque Cinema também é Cultura!


Até ao final do Ano Lectivo

Todas as 5ªs Feiras de Manha e 6ªs Feiras à Tarde na Biblioteca José Craveirinha.

O ciclo inicia-se com o filme Nha Fala, o filme do realizador guineense Flora Gomes.

Nha Fala que significa "Minha voz", "Meu destino", "Minha vida", "Meu caminho" é a quarta longa metragem deste realizador depois de "Mortu Nega", "Os Olhos Azuis de Yonta" e, "Po di Sangui".
Este filme é uma comédia musical cheia de alegria, humor e optimismo, onde a heroína Vita é interpretada por Fatou N’Daye. A banda sonora é do lendário Manu Dibango.
Nha Fala conta a história de uma rapariga proibida de cantar pelos pais, consequência de uma maldição ancestral que condena á morte toda a mulher da família que ouse quebrar esse tabu. Ao optar por estudar em França, Vita resolve cantar e gravar um CD, cujo sucesso é imediato. Com medo que a sua mãe descubra que quebrou a promessa, decide voltar e encenar a sua própria morte para melhor ressuscitar .
É uma história contemporânea que pretende construir uma ponte entre Europa e África, e representa uma nova geração que respeita as tradições mas que quer viver no seu tempo.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Visita de Estudo à RECICLA

No passado dia 18 de Abril, as alunas Mónica Francisco e Raquel Soares do 12ºano e a turma do 8ºB realizaram, em conjunto, uma visita de estudo ao centro de reciclagem RECICLA.


Essa visita foi organizada pelas alunas do 12º ano, no âmbito da disciplina de Área Projecto, para os alunos do 8º ano turma B. A escolha desde centro para a realização da visita deveu-se essencialmente à relação directa entre a natureza do projecto do centro e o projecto desenvolvido pelas alunas, “Reciclagem do Plástico”, que por sua vez se insere no programa da disciplina de Ciências Naturais, “Desenvolvimento Sustentável”. A visita foi coordenada pelas professoras Ana Besteiro, professora e directora de turma do 8ºB, e Ana Catarina Carvalho, professora de Área Projecto do 12ºA, e contou com o total apoio da RECICLA e do seu gestor, o Sr. Tomás.


A RECICLA – Centro de Valorização do Lixo Plástico de Maputo – situa-se a cerca de 15 minutos do centro da cidade de Maputo, no bairro de Hulene B, junto à lixeira municipal. Este centro surgiu devido à ausência de uma entidade específica no país para a recolha e reciclagem do lixo plástico e partiu de uma iniciativa conjunta entre o Município de Maputo, a Caritas Moçambicana e Italiana, a L.V.I.A. (Associação Internacional de Voluntários Leigos), a GTZ, a AGRESU, a Regione Veneto e a República Federal da Alemanha (através do Ministério para a Cooperação Económica). Os principais objectivos deste projecto, sem fins lucrativos, são a resolução do problema ambiental existente no país, principalmente na cidade de Maputo e a reinserção social dos catadores provenientes da lixeira, através da oferta de trabalho remunerado. Num futuro próximo o centro pretende ainda criar de pontos de recolha por toda a cidade e implementar medidas de educação ambiental para a população.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

25 de Abril de 1974


O 25 de Abril

Foi há 34 anos que às 00.30h do dia 25 de Abril, se ouviu, na Rádio Renascença, a canção de Zeca Afonso, “Grândola, Vila Morena”. Era a senha para o início da revolução. Era o desmoronar do “Estado Novo” imaginado por Salazar.
Era o fim da ditadura e o advento da liberdade e da democracia para Portugal e para os portugueses.

Foi esta força viril
de antes de quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril
Fez Portugal renascer
E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.

José Carlos Ary dos Santos.




Antecedentes

Em 1974 o regime político português encontrava-se ao nível político e social praticamente esgotado. Os ventos da mudança tinham chegado a Portugal. Salazar morrera há já cinco anos.
Os portugueses, aproveitando uma era de expansão económica – que viria a acabar com a subida do preço do petróleo em 1973 – tinham melhorado muito o seu nível de vida. O número de televisores e automóveis subira consideravelmentee. Entretanto, a Guerra Colonial continuava há já 13 anos, sem solução à vista e fazendo Portugal quase figura de D. Quixote, pois todas as antigas potências coloniais já haviam promovido a independência das suas colónias. Embora o número de mortos e feridos nessa guerras não fosse muito elevado, a ida para o exército não deixava de ser um risco. Os custos em vidas e em recursos materiais tinham conduzido a sociedade portuguesa a um profundo estado de esgotamento.
A situação nos campos também se havia modificado, com a partida de milhares de homens “a salto”
(isto é, emigrando ilegalmente) para França, Luxemburgo e Alemanha, o que tornou os trabalhadores menos dependentes dos antigos patrões e mais conhecedores da realidade europeia. Finalmente, o chefe de Estado, o professor Marcello Caetano, era muito mais professor do que político, e não era certamente um condutor de homens. “Pensei muito e não encontrei outra solução”, disse uma vez referindo-se à Guerra Colonial. O governo de Marcello Caetano ia, dia a dia, perdendo prestígio. O isolamento internacional era total.
Arrastando-se a guerra em África, como se disse, há já 13 anos e faltando candidatos às carreiras militares, o governo decidiu ir buscar os antigos oficiais milicianos que tivessem cumprido uma comissão de serviço no Ultramar e que após um curso acelerado eram promovidos a capitães. Era a política do exército barato. A medida foi muito mal recebida pelos militares de carreira. As reuniões multiplicavam-se. Nestas reuniões começaram a abordar o problema da Guerra Colonial e a queda do regime. Este movimento militar, o Movimento das Forças Armadas – MFA, era composto quase exclusivamente por capitães e escolheu para a sua cúpula as mais altas chefias militares, o Chefe e o Vice-Chefe do Estado Maior do Exército, generais Costa Gomes e António de Spínola . Em Fevereiro de 1974, António de Spínola, general prestigiado nas forças armadas, provoca um terramoto político ao propor no seu livro “Portugal e o Futuro” uma evolução das colónias portuguesas para uma comunidade de Estados.
Este livro provoca a demissão de Spínola a 14 de Março e a 16 acontece a revolta das Caldas da Raínha, mas o movimento, mal estruturado e sem apoios fracassou.
A 25 de Abril nova revolução, desta vez mais estruturada.




A Revolução

Na noite de 24 para 25 de Abril, duas estações de rádio lançam para o ar duas canções que irão adquirir um simbolismo particular: “E Depois do Adeus”, interpretada por Paulo de Carvalho, que soa como uma despedida do governo marcelista, e “Grândola, Vila Morena”, interpretada por José Afonso, com um conteúdo opositor ao regime.
Estas canções desencadearam as operações militares coordenadas pelo major Otelo Saraiva de Carvalho.
Todos os pontos estratégicos do país foram ocupados.
Sem disparar um único tiro cobrem praticamente todo o país. Marcello Caetano, refugiado no quartel do Carmo, acaba por se render ao general António de Spínola.
Só um incidente irá manchar os acontecimento: agentes da polícia política PIDE/DGS, barricados na sua sede, abrem fogo sobre manifestantes causando alguns mortos e feridos.



O regime caiu por não ter já quem o defenda e queira dar a vida por ele.
Algumas horas após a transmissão de poderes de Marcello Caetano para as mãos de Spínola, constituiu-se um órgão de governo provisório, com representação de todos os ramos das Forças Armadas, a Junta de Salvação Nacional. A 26 de Abril, os presos políticos são libertados, os refugiados políticos regressam do estrangeiro e os agentes da polícia política são presos.
Nos meses que se irão seguir o país assiste a uma movimentação febril sem precedentes: constituem-se partidos políticos, surgem organizações sindicais, floresce uma variadíssima imprensa livre, estabelecem-se relações diplomáticas com quase todos os países do globo e procede-se à descolonização por via negocial.
Portugal retoma o seu lugar na comunidade das nações.
A “Revolução dos Cravos”, onde as flores substituíram as balas, lançou a liberdade sobre Portugal e estendeu-as às colónias, que se tornaram independentes.

Área Disciplinar de História

terça-feira, 22 de abril de 2008

XI Jornadas de Formação

Nos próximos dias 03 e 10 de Maio (dois Sábados), entre as 08.00 e as 16h30m, a Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa, abrirá a suas portas, ao realizar as XI JORNADAS DE FORMAÇÃO, para docentes e técnicos do Sistema de Ensino Moçambicano, em regime de gratuitidade.

Os módulos a ministrar (num total de 15 horas) são os seguintes:


À semelhança das dez Jornadas anteriores, as inscrições decorrem nos Serviços Administrativos da EPM-CELP durante o horário de expediente: 7.15h - 12.30h (manhã) e 14.00h - 15.30h (tarde).
O período aberto para as inscrições será de 15 a 25 de Abril de 2008. No dia 25 de Abril a escola estará fechada, pelo que as inscrições terminarão no dia 28 de Abril.

A ficha de inscrição poderá ser descarregada AQUI e deverá ser entregue preenchida na secretaria.

Participem!

sábado, 19 de abril de 2008

22 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DA TERRA

DIA MUNDIAL DA TERRA

Dia da Terra foi criado a 22 de Abril de 1970, quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson, realizou o primeiro protesto (reclamação, queixa) nacional contra a poluição. Anos depois, em 1990, vários países adoptaram a data como Dia Mundial da Terra.
Desde a sua criação, o dia 22 de Abril tem servido como dia de reflexão e de discussão. Todos nós sabemos que a Terra tem enfrentado enormes problemas que vão desde a escassez da água, destruição de florestas, degradação dos solos, entre outros males que destroem o nosso planeta e põem em risco a vida de todos os seres vivos.
Para mantermos o equilíbrio da Terra é preciso ganharmos consciência (termos conhecimento) destes problemas. Não devemos acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, uma vez que não há maneira de repô-los (tornar a pô-los). Temos o dever e a obrigação de cuidar, preservar e respeitar o nosso querido planeta e tudo o que de bom ele nos oferece.
Lembra-te que a Terra dar-te-á, de volta, tudo aquilo que lhe deres.
Por isso AMA-A!
O nosso planeta também tem uma espécie de Declaração Universal de Direitos. Quando a ONU foi criada, em 1945, as grandes atenções direccionavam-se para a paz, os direitos humanos e o desenvolvimento equitativo (justo, em que há igualdade). Os temas relacionados com o ambiente ainda não constituíam uma preocupação comum, da mesma maneira que era dada pouca importância ao bem-estar ecológico. Só a partir de 1972 é que a segurança ecológica passou ser a quarta preocupação principal das Nações Unidas. Por volta do ano de 2002, a ONU aprovou a "Carta da Terra", baseada em princípios e valores fundamentais, que orientam os povos no que se refere a um desenvolvimento equilibrado e justo. A Carta da Terra é, por assim dizer, um código ético planetário.

A Terra merece ser salva!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Masterclass


Concertos:

Dia 17 às 19:45 na sala de jantar do Hotel Rovuma-Quarteto de cordas constituido pelos professores da Masterclass.

Dia 18 às 19:00 no CFM, Concerto de encerramento da Masterclass de alunos e professores,(entrada gratuita a crianças, 100 meticais para os adultos).

terça-feira, 15 de abril de 2008

Semana das Ciências na EPM

Nos dias 9,10 e 11 de Abril, dinamizada pelas áreas disciplinares de Ciências Naturais e Físico-química, decorreu a Semana das Ciências, com um conjunto de actividades, de modo a permitir aos alunos, desde a mais tenra idade, a estar em pé de igualdade com o mundo que os rodeia e abrir-se sem dificuldade aos problemas colocados pelo desenvolvimento sempre mais rápido das ciências e das técnicas,permitindo assim à Escola um melhor cumprimento da sua função.

O Grupo de Ciências Naturais

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Canguru Matemático 2008 - Uma prova sem fronteiras


O que é o Canguru Matemático?


É um concurso (de matemática) que tem lugar no mesmo dia em todos os paises participantes. Pretende-se, assim, estimular e motivar o maior número possível de alunos para a matemática sendo um complemento às outras actividades, competições, olimpíadas, etc ...

O Concurso "Canguru Matemático" contribui para a popularização e promoção da matemática nos jovens. O concurso pretende atrair o máximo número de alunos sem pretender selecionar os alunos a nível nacional nem comparar os resultados com os diversos países. O Concurso é para TODOS os alunos e não é apenas para os que tiverem melhores notas. Não existe uma selecção prévia.


Objectivos:
Estimular o gosto e o estudo pela Matemática.
Atrair os alunos que têm "medo" da disciplina de Matemática, permitindo que estes descubram o lado lúdico da disciplina.
Tentar que os alunos se divirtam a resolver questões matemáticas.
Conseguir que cada aluno, através da Matemática, se sinta bem consigo mesmo e com os demais colegas.
Aumentar todos os anos o número de participantes no concurso a nível nacional e tentar atingir as cotas de participação de outros países europeus.


Participantes:

Este ano participaram cerca de 150 alunos de todos os anos lectivos.

Agradecimentos:

A todos os professores que participaram na realização da prova, em particular aos que não pertencem à Área Disciplinar de Matemática. Foram eles:

Professora: Michele Neves - Ciências Naturais;

Professor: Rodrigo Borges - História;

Professor: António Moura - Geografia/Economia;

Professora: Margarida Cruz - Português:

Professor: Arsénio Sitoe

A todos, o nosso obrigado.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Concurso de Fotografia


Tira uma foto que reflicta este grave problema ambiental, a erosão. Sê livre, sê artístico,expressa-te... Escolhe uma mensagem e transmite-a na imagem!
Envi-as para fotoserosao@hotmail.com, com o teu nome, ano e turma, e assim sujeitas-te a prémios...

sexta-feira, 4 de abril de 2008

"Que viva o 7 de Abril!"


Na próxima segunda-feira, dia 7 de Abril de 2008, Moçambique recorda, mais uma vez, o dia da morte da Josina Machel, combatente de luta de libertação nacional ocorrida em 1971. O país fá-lo com dor e lágrimas nos olhos e fá-lo igualmente com júbilo e sorriso nos lábios. Lágrimas e dor pela perda física de uma das suas filhas mais queridas. Júbilo e sorriso por acreditar que esta morte, resultante da luta abnegada pela libertação da mulher e da terra e dos homens em geral, continua a constituir fonte de inspiração da vida da mulher moçambicana. Foi esta convicção que fez com que o Povo Moçambicano transformasse esta data no dia da Mulher Moçambicana.
Ciente de que a sua luta é parte integrante da luta da Mulher do Mundo inteiro, a Mulher Moçambicana busca solidariedade na mulher portuguesa, na mulher são-tomense, na mulher brasileira, na mulher búlgara, na mulher mexicana, na mulher muçulmana, na mulher cristã, na mulher animista, enfim, na Mulher e apenas na Mulher.
Esta visão da Mulher Moçambicana faz com que a Área Disciplinar de História acredite que tu, mulher em serviço na Escola Portuguesa de Moçambique - EPM-CELP, também estás integrada nesta luta que a mulher moçambicana trava pela sua emancipação e pela emancipação da Mulher do Mundo inteiro.
No dia-a-dia vemos-te na direcção da Escola, a diferentes níveis, planificando a vida da instituição e procurando as metodologias mais correctas para levares este barco de solidariedade para com os povos, que é esta Escola Portuguesa, a bom porto.
Na sala de aula encontramos-te “moldando”, paciente e decididamente, o Homem do amanhã, qual artista, qual artesã.
Quando te procuram no posto Médico, aí te encontram e com a tua prescrição e a tua palavra amiga aumentas em todos nós a esperança de uma saúde secular.
Na Secretaria, na Reprografia, na Papelaria, no Centro de Recursos e na Biblioteca também te encontramos, sempre e sempre sorridente e disposta a satisfazer os pedidos de todos quantos solicitam os serviços destes locais de trabalho.
Finalmente, encontramos-te nos corredores, na cantina e em cada pedaço desta Escola, estendendo a tua mão amiga para cada criança que tropeça, apaziguando as crianças que brigam, típico desta idade, cuidando do alimento dos mais pequenos, levando ao caixote de lixo os papéis perdidos, recusando que a poeira se apodere de cada espaço e móvel desta casa, enfim, tornando a Escola num espaço agradável e, por isso, atractivo.

Por tudo isso, queremos dizer: Mulher em serviço na EPM-CELP: continua neste ritmo, pois estás no caminho certo. Sentimo-nos orgulhosos de ti!

Por tudo isso, queremos dizer:

Bem haja o 7 de Abril!
Bem haja a Mulher em Serviço na EPM-CELP!
Bem haja a Mulher Moçambicana!
Bem haja a Mulher de todo o Mundo!


A Área Disciplinar de História

quinta-feira, 3 de abril de 2008

De novo, novo look

Catapultado por um infeliz incidente, com o qual desconfigurei algumas coisas no layout do blog, resolvi melhorar (ou pelo menos tentar...) a imagem do blog novamente. Espero seja do agrado de todos.

Uma vez mais, estou aberto a críticas e sugestões em relação à imagem do blog ou a algum tipo de melhorias a fazer.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Visita do Presidente da República à EPM-CELP.

Antes de regressar a Lisboa, o Presidente da República e a Dra Maria Cavaco Silva, ofereceram uma recepção em Honra da Comunidade Portuguesa de Moçambique, que decorreu na Escola Portuguesa, em Maputo.
O Presidente teve ocasião de visitar as instalações da Escola e de inaugurar um Painel de Azulejos, do Comendador Gilberto Leal, assim como o novo Pavilhão Gimnodesportivo.
O Presidente Cavaco Silva dirigiu, ainda, palavras de apreço à Comunidade Portuguesa de Moçambique.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Um dia na EPM-CELP

segunda-feira, 17 de março de 2008

II Feira da Educação








Nos dias 13 e 14 de Março ocorreu no Maputo Shopping Center a II Feira da Educação, na qual a EPM-CELP esteve presente. Em sua representação, estiveram os alunos do 9ºC , Cristina Brito, Inês Campos, Eduarda Ferreira, Ivan Martins, Bruno Pepe e Stefano Gomes que tiveram a função de explicar aos muitos estudantes das diversas escolas de Maputo sobre as temáticas expostas.
Os trabalhos expostos foram de autoria das turmas do 9ºC e do 10ºA, realizados nas disciplinas de Área Projecto com o professor Arsénio Sitoe e de Biologia com a professora Ana Catarina respectivamente. Os temas expostos foram Curiosidades Cíentificas e Profissões. Este evento contou também com a participação do Gabinete de Psicologia.

terça-feira, 11 de março de 2008

O Jogo e a Matemática

Os jogos têm sido, desde sempre, uma fonte de prazer, interesse e fascinação, atravessando culturas e povos.


O interesse pelo jogo é transversal a todas as idades e constitui um tema em que se conjuga facilmente o interesse de amadores e profissionais, de cidadãos vulgares e eminentes matemáticos.


Para além do entretenimento, os jogos apresentam um grande potencial cultural, pedagógico e didáctico, criando, acima de tudo, motivação para o pensamento e para a investigação matemática.


Citando o Currículo Nacional do Ensino Básico (Competências Específicas – Matemática):.

"O jogo é um tipo de actividade que alia raciocínio, estratégia e reflexão com desafio e competição de uma forma lúdica muito rica. Os jogos de equipa podem ainda favorecer o trabalho cooperativo. A prática de jogos, em particular dos jogos de estratégia, de observação e de memorização, contribui de forma articulada para o desenvolvimento de capacidades matemáticas e para o desenvolvimento pessoal e social. Há jogos em todas as culturas e a matemática desenvolveu muito conhecimento a partir deles..


Com esta iniciativa pretendi:

· Dinamizar actividades relevantes para o ensino e aprendizagem da matemática.

· Aprofundar o conhecimento das relações entre os jogos e a matemática.

· Contribuir para o reconhecimento da presença sistemática da matemática na sociedade.

· Promover a imagem social da matemática.

· Sensibilizar os professores para a utilização do jogo como uma experiência de aprendizagem significativa para os alunos, na sala de aula e na escola..

· Exemplificar a relevância pedagógica e didáctica do jogo.

Quero felicitar a todos os alunos envolvidos na criação, apresentação dos jogos matemáticos e que joguem bastante nas férias que se avizinham, pois no terceiro período vamos realizar um campeonato de jogos matemáticos.



Trabalhos do 7º B





Trabalhos do 7ºC





Trabalhos do 7ºA

domingo, 9 de março de 2008

RedeMat 2008

Mais uma vez realizou-se a competição matemática RedeMat. Este ano também com a particularidade de três equipas terem participado na RedeBio. Aproximadamente 400 alunos participaram nesta actividade realizada pela Área Disciplinar de Matemática. Apesar dos problemas já habituais, a competição realizou-se. Esperamos que tenham gostado, e sobretudo que tenham despertado o interesse pela matemática. E já sabem, só com muito empenho é que se consegue alcançar grandes objectivos. Em breve publicarei a lista das equipas, alunos vencedores.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Associação de Pais

Foram eleitos na assembleia geral de dia 25 de Fevereiro de 2008 os novos orgãos sociais da Associação de Pais e Encarregados de Educação da EPM-CELP. São eles:

Assembleia Geral

Presidente: Eduardo França Magaia
Vice-Presidente: Joana de Carvalho
Secretário: Samira Abdula

Direcção

Presidente: Mauro Nankin
Vice-Presidente: Ana Luisa Freitas
Secretário: Mariza Trindade
Tesoureiro: David Bastos
Vogal 1: Isabel Pinto
Vogal 2: Fernando Almeida
Vogal 3: Margarida Barbosa

Conselho Fiscal

Presidente: João Domingues
Vogal 1: Carla do Rosário
Vogal 2: Paula Lima Fernandes

Parabéns e boa sorte!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Tomada de posse do Conselho Directivo da EPM-CELP

Caros colaboradores e alunos da EPM-CELP

Minhas Senhoras e Meus Senhores


Inicio este discurso, neste momento oficial da Tomada de Posse do Cargo de Presidente do Conselho Directivo da Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa, começando por agradecer a presença de Vossas Excelências, em meu nome pessoal, e em nome da equipa que comigo irá dirigir os destinos desta Organização Escolar, nomeadamente, Dra. Maria Alice Feliciano, Vogal para a Área Pedagógica e Dr. Miguel Costa, Vogal para a Área Financeira e Administrativa.

Ao aceitar todas as responsabilidades deste cargo, passam por mim um leque muito variado de ideias e emoções, que vão desde o prazer da memória ao sentido profissional de missão.

Para além dos afectos que me levam ao exercício deste cargo, encaro-o também como uma Grande Missão, pois de acordo com as palavras de Haidt, (2002) “Todo o sistema de educação está baseado numa concepção do homem e do mundo. São aspectos filosóficos que dão à educação seu sentido e seus fins. A Filosofia, sendo a reflexão sistemática sobre a concepção da vida, exerce influência directa e está em estreita conexão com a Pedagogia, que é a reflexão sistemática sobre o ideal da educação e da formação humana.”

Nesta conformidade, para além de elevar o conhecimento, competências e sabedoria dos nossos alunos, a escola deve também criar Cidadãos Completos, assumidos e conscientes do seu papel na continuação da construção das sociedades do futuro. Esta, tem sido uma reflexão que me tem acompanhado nestes últimos anos e, felizmente, está também no centro das preocupações do Projecto Educativo desta escola, traduzindo-se no conceito amplamente divulgado e ministrado, que é a Educação para a Cidadania.

Apresentação da Escola


A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa possui já nove anos de existência, o que lhe confere uma personalidade e uma história de vida muito próprias.

Julgo que não será demais recordá-la, ainda que brevemente, nas suas linhas gerais.

A EPM-CELP foi criada, em 1995, ao abrigo do Acordo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República de Moçambique.

A sua criação constitui-se também como herdeira directa de uma história ainda mais longa e antiga do Ensino Português em Moçambique, e que engloba, por exemplo, o trabalho desenvolvido, desde 28 de Janeiro de 1986, pela então designada Escola Portuguesa de Maputo – Cooperativa de Ensino, que desenvolvia as suas actividades lectivas em regime de direito privado e em regime de paralelismo pedagógico.

Isto é de tal modo verdade que alguns dos actuais professores da EPM-CELP são antigos professores desta primeira Instituição.

É ainda pertinente, neste momento, voltar a referir que esta Organização funciona nos moldes de uma Escola Integrada, com todos os níveis de ensino, desde o Pré-escolar ao 12º Ano de Escolaridade.

Para além da actividade lectiva, a EPM-CELP possui também um Centro de Formação e Difusão da Língua Portuguesa, que procura cumprir objectivos no âmbito da formação especializada e técnico-pedagógica, reciclagens e cursos de actualização aos colaboradores desta Organização.

No contexto da Cooperação, este centro realiza Jornadas de Formação para docentes e técnicos do Sistema Educativo Moçambicano, bem como promove Cursos de Português para Estrangeiros e Cursos de Português Língua Segunda, e ainda concede apoios a Organizações Não Governamentais (ONG’s) e a outros organismos similares.

O Centro de Recursos Educativos é uma unidade estrutural técnico-pedagógica da EPM-CELP, de apoio à educação e à formação, que disponibiliza meios didácticos, tecnologicamente avançados, propiciando a toda a comunidade escolar a acessibilidade a múltiplas fontes de informação escrita, digital e em suporte multimédia.

Apresentadas as unidades estruturais da Organização, talvez seja importante referir que o tema aglutinador do nosso Projecto Educativo é Aprender a Saber, onde se encontram focalizados aspectos como a Cidadania, a Saúde e a Segurança.


Aceitação do Cargo = Prazer/Missão/Desafio

O exercício desta missão representa e traduz, igualmente, as linhas gerais orientadoras da gestão escolar dos meus dois colegas de trabalho, que comigo comungam do mesmo espírito de missão, assim como, da mesma vontade de assumir desafios, entendidos estes como a promoção de uma formação integral dos alunos desta escola, bem como a elevação dos níveis de excelência e das boas práticas já alcançadas.

Estamos conscientes das dificuldades e também das árduas tarefas, que nos esperam ao longo deste caminho que iremos percorrer. Para tal, estão a ser concebidos finalidades e objectivos, cujos alicerces se assentam, em parte, na ideia de continuidade do que tem vindo a constituir a prática educativa da organização, contudo, por outro lado, é do consenso deste Conselho Directivo, desenhar e percorrer novos desafios, bem como percursos alternativos.

Teceremos, de seguida, breves considerações sobre o nosso ponto de partida, antevendo já algo inerente às metas do nosso trabalho na organização.

Uma ideia para a Escola Integrada

Uma das preocupações mais visível desta organização tem sido, sem dúvida alguma, o dotar a Instituição de infra-estruturas de qualidade e de elevada visibilidade estética. Basta um breve olhar pela escola, mesmo pelo seu lado exterior, para se reconhecerem indicadores dessa preocupação, dessa missão, quer na profusão e asseio de jardins e arruamentos, quer também, na diversidade e qualidade das decorações artísticas, que animam paredes, pátios, corredores e halls de entrado.

Para além do evidente lado estético, a instituição está também dotada de infra-estruturas de qualidade e de alta funcionalidade, como a existência de uma piscina, de um pavilhão gimnodesportivo, em fase de acabamento, e futuros projectos, que passam pela criação de um Bloco de Actividades Lúdicas, assim como pela construção de um Refeitório, que responda de forma eficaz as necessidades da nossa comunidade educativa, que se esperam ver em processo de concretização muito em breve.

No interior do edifício, são também visíveis essas preocupações, quer pela existência de laboratórios diversos, pela profusão de recursos audiovisuais distribuídos pelas salas de aula, ou, até, pela quantidade de recursos informáticos disponibilizados para os alunos e para os professores.

Esta herança de qualidade, passível ainda de ser melhorada, num ou noutro pormenor, teve por intenção, criar as condições para a execução de um trabalho didáctico-pedagógico de qualidade.

Embora ele já exista, é nosso desejo desenvolvê-lo ainda mais, pelo que será nessa área que este Conselho Directo colocará a sua principal tónica. Esse terá de ser, forçosamente, o caminho: adquirida a matéria, pretendemos evoluir o espírito e melhorar ainda mais o desempenho e a qualidade do ensino e aprendizagem aqui ministrado.

Para isso, contamos com a motivação e profissionalismo, já demonstrados do corpo docente desta escola. É com eles que contamos para evoluir nessa área.

De facto, há que saber rentabilizar os recursos existentes, pois só assim a nossa missão será verdadeiramente cumprida.

Uma ideia para a Cooperação


Esta não é só uma Escola Integrada, como tantas outras que existem em Portugal. Assim sendo, para além de Escola Integrada, é também o espelho de Portugal em Moçambique. O que nela se fizer de bom, ou de mau, constituirá, sempre, uma espécie de Bilhete de Identidade do nosso país.

É por essa razão que, que se constitui como uma espécie de Núcleo da Cultura, uma espécie de Oficina de Formação Didáctica, Técnico-Pedagógica e Científica, e, também, de uma Pólis da Formação Cívica do Cidadão do Futuro.
A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa tem sido, e continuará a assumir-se, também, no futuro, como uma verdadeira ponte para a Cooperação.


Por estar em Moçambique, esta organização sempre se pautou por uma posição de entreajuda e de disponibilização de recursos ao serviço da Educação do país que nos acolhe: têm sido frequentes as Acções de Formação de Professores e Pessoal Técnico do Sistema de Ensino Moçambicano e têm também sido várias as acções promovidas pelo governo moçambicano nas instalações da nossa instituição.

Como Conselho Directivo, agora formalmente investido de responsabilidades, procuraremos desenvolver o nosso trabalho, mantendo sempre uma franca abertura com todos os nossos parceiros. No entanto, pautar-nos-emos por uma prática nova: primeiro, procuraremos ouvir as necessidades locais e inventariar os nossos recursos e capacidades e, na medida das disponibilidades da instituição, que naturalmente se ampliarão, promover as acções de ajuda que estiverem ao nosso alcance.

Um Apelo Final


Nós, Conselho Directivo, contamos com a participação empenhada de toda a Comunidade Educativa: colaboradores docentes, não docentes, alunos, Pais e Encarregados de Educação.

De todos os nossos Colaboradores esperamos empenhamento, profissionalismo, lealdade e bem-estar para podermos constituir um modelo de qualidade de educação para os nossos alunos.

Em nós, Conselho Directivo, toda a Comunidade Educativa poderá encontrar, como não poderia deixar de ser, a força motivadora, orientadora e decisora: quando tivermos que decidir, sem dúvida que o faremos.

Contudo, queremos, aqui, neste momento solene, declarar-vos que a todos saberemos escutar, num diálogo franco e aberto.

Queremos ainda proferir uma palavra, aos nossos governantes aqui presentes.

Estamos certos que, apesar de estarmos distantes, o governo de V. Excias. saberá encontrar maneira de se recordar de nós.

É preciso resolver os assuntos pendentes, como, por exemplo, ao nível de legislação específica, que só V. Exas. têm capacidade, competências e responsabilidade para encontrar as soluções mais adequadas.

Em nós, encontrarão a lealdade e o espírito de missão que nos anima.

Em Vós, gostaríamos de reconhecer e agradecer a atenção, o carinho e a ajuda a este pedacinho de Portugal.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Gala Jovem 2008

Estão aqui algumas fotos da gala jovem que ocorreu no último fim de semana. Uma bela gala, diga-se. Parabéns a todos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Tomada de posse.

No próximo dia 26 de Fevereiro (3.ª Feira) vamos receber a visita do Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor Jorge Pedreira e do Senhor Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. Doutor João Cravinho.
Nesse mesmo dia será feita a cerimónia de tomada de posse do novo Conselho Directivo da EPM-CELP.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

ENCONTROS COM AS ARTES

TODAS AS 5º FEIRAS ,... Dia 21 de Fevereiro PELAS 12 horas, junto ao Pátio das Laranjeiras


ACTUAÇÃO DO GRUPO DE DANÇA DOS ALUNOS DO 6ºA

SOBRE RITMO DA MARRABENTA E HOUSE DANCE....

Curiosidades ....... O que é a Marrabenta ?


O ritmo mais popular de Moçambique, principalmente na capital Maputo, é uma fusão da música portuguesa com a tradicional percussão africana. O Marrabenta, como é chamado, originou-se no final dos anos 30 e se tornou mais conhecido nos anos 80 com o surgimento de novas bandas. O nome vem do verbo português “rebentar”,devido as danças requebradas.

Grupo Disciplinar de Educação musical



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Gala Jovem 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Albina Santos Silva


Cessou hoje funções nesta instituição, uma das mais brilhantes dirigentes escolares que alguma vez conheci, Albina Santos Silva. Mulher valente, determinada, mas sobretudo, com um enorme coração, e claro, Transmontana. É com muita pena que a vejo partir. Tudo o que poderia escrever aqui seria insuficiente para expressar o meu agradecimento. Guardo essas considerações para mim. Sou-lhe eternamente grato pela oportunidade que tive de trabalhar consigo.

Kanimambo Chefe!
Alexandre Areias

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Natal

A EPM - CELP deseja a toda comunidade educativa e a todos os leitores deste blog um feliz natal e um próspero ano novo.


sábado, 1 de dezembro de 2007

1 de Dezembro de 1640 - Restauração da independência de Portugal


Comemora-se em Portugal, no dia 1 de Dezembro, a Restauração da independência do país, facto único na história portuguesa.
Não obstante a perda da independência ter sido quase uma realidade entre 1383 e 1385, devido à crise provocada pela sucessão de D. Fernando, a verdade é que o sentimento nacionalista prevaleceu sobre o maior poderio militar do exército castelhano e a Batalha de Aljubarrota tornou-se um marco incontornável da história portuguesa.
Ora, entre 4 de Agosto de 1578, data do desaparecimento de D. Sebastião, e 1580, ano da morte do cardeal D. Henrique, foi precisamente o desvirtuamento dos valores que consagram a individualidade de uma nação o móbil que levou a um desfecho diametralmente oposto ao registado naquele período mais recuado. De facto, perante uma nova crise sucessória, já que D. Sebastião e o cardeal D. Henrique não tinham descendência (o primeiro por descuido político, o segundo por ser um membro da Igreja), os aliciamentos de vária ordem feitos pelos espanhóis aos grupos privilegiados da nação portuguesa foram mais fortes que o sentimento nacionalista, que apenas no povo continuava presente. Não admira, por isso, que nas Cortes de Tomar, de 1581, Filipe II, de Espanha, tenha tomado posse como rei de Portugal, com o título de D. Filipe I, pondo fim à Dinastia de Avis e inaugurando uma nova Dinastia, a Filipina.
Nas Cortes, o novo rei afirmou a união dinástica, embora jurando alguma autonomia para Portugal, cumprida no início do seu reinado, embora no final do mesmo, e já marcadamente com os seus sucessores, Filipe II e Filipe III, de Portugal, a situação já resvalasse para uma tirania, com o propósito último de apagar os privilégios anteriormente jurados, e levar Portugal, para além da unidade dinástica, à unificação institucional.
Perante esta situação, a nobreza e o clero (e também a burguesia) começaram a ver que tinham caído num engodo e, aos poucos, o sentimento nacionalista sobe das camadas populares para as camadas superiores da sociedade portuguesa. O clero começa a mover influências, a nobreza arquitecta a revolta e o povo conferirá massa humana à mesma. Rodeada de problemas político-económicos, internos e externos, com apenas uma representante do rei a governar o reino português, a duquesa de Mântua, a Espanha de 1640 torna-se um alvo relativamente fácil para uma bem estruturada revolta portuguesa, que tinha como objectivo a restauração da independência do país.
Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, e já depois de se ter convencido o duque de Bragança, D. João, a assumir os destinos do país, um grupo de destacados nobres portugueses introduz-se no Paço da Ribeira, residência oficial da duquesa, manieta os soldados reais e vem à varanda principal proclamar D. João como novo rei de Portugal. Terminava, assim, o domínio espanhol sobre Portugal, tendo a revolução sido recebida pela população portuguesa com enorme júbilo. D. João fica com o título de D. João IV e inaugura-se uma nova Dinastia, a de Bragança.
Espanha não se dá por vencida e durante vinte e oito anos irá tentar pôr fim à revolução. Contudo, sem forças para acorrer a mais este problema, não lhe restará outra alternativa senão aceitar os factos e, a 13 de Fevereiro de 1668, é assinado o Tratado de Lisboa, entre D. Afonso VI de Portugal e Carlos II de Espanha, que põe fim à Guerra da Restauração e regista o que na prática já se tinha efectivado a 1 de Dezembro de 1640, a restauração da independência de Portugal.


A Área Disciplinar de História

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

VIII Aniversário da EPM-CELP



No dia 23 de Novembro celebrar-se-á o 8º aniversário da fundação da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa, uma instituição educativa portuguesa sedeada em Maputo e que actualmente conta com cerca de 1300 alunos oriundos de 24 nacionalidades.
A comemoração da efeméride aberta, a toda a comunidade educativa, será composta por dois momentos distintos:

No período da manhã, haverá uma Sessão Solene que será presidida pela Dr.ª Albina Santos Silva e que contará com altos representantes da Educação e das Artes da República de Moçambique (Educação) e da República da África do Sul (Educação e Artes). Será proferida uma Oração de Sapiência proferida pelo Dr. Nélson Saúte, além das intervenções institucionais. Esta Cerimónia contará ainda com a entrega de distinções a Alunos, Professores e Funcionários, Bolsas de Mérito aos alunos, dos diplomas de dedicação a Professores e Funcionários, que pelo seu desempenho pedagógico e profissional, serão distinguidos, o Prémio Miguel Torga e o Prémio Baltasar Rebelo de Sousa. Estes momentos serão intervalados por intervenções musicais, realizadas por alunos e professores. Será ainda descerrado um tríptico de azulejaria portuguesa, o qual pretende invocar a Literatura de Mundo Lusófono, da autoria do Comendador Gilberto Leal.

No período da tarde decorrerá uma Festa ao Ar Livre onde além do já tradicional Magusto de S. Martinho, acontecerão vários momentos lúdicos, como sejam um espectáculo musical e a entrega dos prémios das Olimpíadas de Português e dos Campeonatos de Matemática, realizados ao longo do ano lectivo 2006/2007.

Paralelamente às actividades descritas, decorrerão diversas exposições: de pintura, da autoria dos artistas plásticos Luís Cardoso e João Magude, de escultura, da autoria dos artistas Mulungo e Mboa, de fotografia, do fotografo António Silva e de Azulejaria, da autoria do Comendador Gilberto Leal e ainda um Workshop de Azulejo, dinamizado por artistas moçambicanos e sul-africanos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Visão Júnior - Novembro de 2007 - nº 42

Nota: Clique na imagem para ampliá-la.



terça-feira, 13 de novembro de 2007

III Olimpíadas da Informática

No dia em que a "Cidade das Acácias" ou o "Jardim de África" comemorou o seu 120º aniversário, decorreram nas instalações da Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa, as III Olimpíadas de Informática, organizadas pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação de Moçambique, em parceria com a EPM-CELP, que disponibilizou a infra-estrurura, alguns equipamentos (cerca de 100 computadores), pessoal docente e não docente, para que o referido evento fosse um êxito, à semelhança das realizações anteriores.


sábado, 10 de novembro de 2007

"Dia Do Não Fumador" - 17 DE NOVEMBRO


Tabagismo é o hábito de fumar, o acto voluntário de inalar o fumo da queima do cigarro. Este hábito é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo ocidental.
A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumadores.
Pesquisas realizadas pela OMS comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.
“Oferecer ou aceitar um cigarro é uma gesto frequente, uma atenção, um meio de comunicação entre pessoas.
No entanto, estudos recentes permitem concluir que cada cigarro fumado custa ao fumador 5,5 minutos de esperança de vida e 5 ou 6 anos para quem fumar 20 cigarros por dia.”
(Motta e Sequeira, 1999)

Para assinalar o "Dia Do Não Fumador"- 17 de Novembro, a Área Disciplinar de Ciências Naturais e o Gabinete de Saúde Escolar promovem no âmbito da Educação para a Saúde, na quinta-feira – 15 de Novembro, um conjunto de actividades desenvolvidas, pelos alunos do 9º Ano de Escolaridade, de forma a criar hábitos de prevenção contra o tabagismo. Esta prevenção inclui a prevenção da iniciação ao hábito de fumar, a eliminação das fontes de exposição involuntária ao fumo do tabaco, e o apoio/promoção aos programas de abandono do tabaco.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

X Jornadas de Formação - Cerimónia de Encerramento 03 de Novembro de 2007

Dando sequência à tradição instituída desde Março de 2003, nos dias 27 de Outubro e 03 de Novembro, o Centro de Formação e Difusão da Língua Portuguesa, organizou as X Jornadas de Formação para docentes e técnicos do sistema educativo moçambicano, onde foram contempladas áreas científicas e técnicas com o necessário enquadramento pedagógico, ao sistema de ensino moçambicano: Português e Matemática nos diversos ciclos de ensino, Gestão e Contabilidade, Educação Física e Desporto Escolar, Informática, Educação Pré-Escolar, Educação Visual, Psicologia, Direito e Literatura.

Foi com grande prazer e muito entusiasmo, que o Centro de Formação e de Difusão da Língua Portuguesa, preparou a realização destas jornadas, as quais contaram com a presença de quatrocentos agentes deste sistema, que trabalharam durante estes dois dias, sempre numa perspectiva de partilha de saberes, de técnicas, de experiências, de reflexões e até de dúvidas – porque afinal é essa a génese do processo de formação contínua, procurando superar eventuais constrangimentos do quotidiano, e gerindo a construção intelectual de uma forma estimulante.

A Escola Portuguesa de Moçambique tem investido dentro das suas possibilidades tanto em termos dos recursos financeiros, com em termos dos seus recursos humanos, na formação de professores e de técnicos do sistema educativo de Moçambique, porque acredita que os progressos sócio-económico e tecnológico só serão possíveis, se forem alicerçados na solidez da Educação, onde os professores desempenham um papel fundamental, dado que são eles os verdadeiros agentes da mudança.

Aliás, este investimento surge no âmago da Cooperação Portuguesa, na área da Educação, dentro do espírito de estar a prestar um serviço público, ao país onde a EPM-CELP está implantada de acolhimento.

De facto, ao longo das dez jornadas que a EPM-CELP já organizou, num total de mil setecentas e noventa horas de formação efectiva, já foram formados mais de dois mil professores e técnicos do sistema de ensino moçambicano.
É a clareza destes números, que garantem à EPM-CELP estar no trilho certo, deste périplo científico e pedagógico, que persistirá em realizar, enquanto sentir que há uma demanda a satisfazer.

De Lourenço Marques a Maputo - Alguns dados sobre a sua História



Comemora-se a 10 de Novembro do presente ano de 2007, 120 anos da cidade de
Maputo. Esta cidade, situada na baía e província do mesmo nome, no Sul de
Moçambique tem uma história marcada por conflitos que envolveram vários povos,
africanos, europeus e asiáticos.
Vamos conhecer alguns factos da sua história.
O navegador e comerciante português Lourenço Marques foi, por volta de 1544, o
primeiro europeu a fazer o reconhecimento de toda a região que confinava com a baía a
que chamou do Espírito Santo (actual baía de Maputo) mas há referências portuguesas a
esta baía, anteriores a essa data.
A exploração comercial desta região começou com a fundação de uma feitoria e a
construção de algumas casas nas ilhas, dos Portugueses (próxima da Inhaca) e da
Xefina. Todos os anos chegava à baía do Espírito Santo uma nau que partia da ilha de
Moçambique (ocupada pelos portugueses desde 1507 e depois convertida em sede do
governo colonial) e tinha como objectivo adquirir marfim em troca de tecidos e
missangas.
Durante os séculos XVII e XVIII esta zona começou também a ser frequentada por
navegadores e comerciantes ingleses, holandeses, franceses e austríacos. Durante algum
tempo, primeiro holandeses e depois austríacos, fixaram-se na baía mas, em 1781, uma
expedição militar portuguesa, proveniente de Goa, chegou a esta região, tomou e
destruiu a feitoria que os austríacos haviam erguido e restabeleceu a hegemonia
comercial portuguesa.
«Deve-se a Vicente Caetano da Maia e Vasconcelos, governador interino de
Moçambique, empossado em 8 de Maio de 1781, a iniciativa de se instalar “uma
feitoria e casa forte”, o chamado presídio, para proteger o comércio português na
Baía. Para a sua concretização, nomeou, em 25 de Novembro de 1781, capitão-mor e
governador Joaquim de Araújo e “deu-lhe as instruções por que deveria reger-se, (...)
que constituem a primeira carta orgânica-política, administrativa e económica da baía
e terras de Lourenço Marques”. Oficialmente, essas instruções, consubstanciadas no
denominado Regimento de 25 de Novembro de 1781, são consideradas o diploma de
criação de Lourenço Marques.»
No início do século XIX, o presídio de Lourenço Marques era um pequeno aglomerado
de casas e palhotas que se situavam entre a fortaleza, situada ao pé da praia e a actual
Praça dos Trabalhadores (onde se localiza a Estação dos Caminhos de Ferro). Era
também conhecido pela designação de Xilunguíne que significa o sítio dos brancos.
Em volta da baía existiam várias unidades políticas sendo as principais: Magaia,
Mpfumu e Matola, ao norte, Tembe e Maputu ao sul da baía. Esta zona começou, desde
o início do século XIX, a ser afectada pelas conquistas de vários grupos de nguni,
vindos de Natal. As guerras que daí resultaram provocaram mudanças políticas.
Até 1828 o estado dos Zulu, chefiado por Chaca, estendeu-se até à baía de Maputo. Os
chefes das antigas unidades políticas não foram substituídos mas sim forçados a pagar
tributo e a fornecer apoio militar.
Em 1833 o estado dos Zulu tinha estendido o seu poder até à margem norte da baía e era
chefiado por Dingane (irmão de Chaca) desde 1828. Para o rei Zulu o governador
português de Lourenço Marques, na altura Dionísio Ribeiro, era uma espécie de chefe
regional na baía de Maputo e por isso tratava-o basicamente como tratava os chefes
africanos da região.
No presídio de Lourenço Marques, para além das pressões exercidas pelas várias
unidades políticas que o circundavam, os portugueses enfrentaram a rivalidade dos
ingleses que se tinham estabelecido no Natal desde 1834 e que tinham pretensões
relativamente ao sul da baía (Maputo, Catembe e Inhaca). Esta rivalidade inglesa só foi
resolvida a 24 de Julho de 1875 depois da sentença arbitral proferida pelo então
presidente da República Francesa, marechal de Mac-Mahon que reconheceu a Portugal
direitos soberanos sobre a região.
Nos finais do século XIX o comissário régio António Enes instalou-se em Lourenço
Marques, com o seu estado-maior, para dirigir a ocupação militar do sul de
Moçambique. O chefe Mpfumu Nuamantibjane e o seu aliado Mahazul, chefe da
Magaia, foram os maiores opositores à ocupação colonial portuguesa da baía mas a
mesma acabou por se efectivar.
Lourenço Marques foi-se então expandindo gradualmente, por vontade política
portuguesa e por factores económicos relacionados com o porto que era, na altura, para
as comunidades boers do interior (África do Sul) uma via rápida de comunicação com o
exterior.
A 9 de Dezembro de 1876, Lourenço Marques foi elevada à categoria de vila e a 10 de
Novembro de 1887 ascendeu a cidade pelo decreto real que aqui se transcreve:
“Tomando em consideração o notavel incremento que tem tido a villa de Lourenço
Marques, capital do districto do mesmo nome na provincia de Moçambique, em
resultado dos melhoramentos materiais ali ultimamente realisados, e attendendo á
excepcional importancia que tanto aquella villa como o seu porto hão de adquirir com
a proxima exploração do caminho de ferro que ha de ligar, por uma communicação
facil e rapida, aquele districto com a republica do Transvaal, importancia que é já hoje
muito sensivel no augmento da navegação e do commercio, e na transformação rapida
que se está operando nas condições economicas e sociaes d’aquella povoação: hei por
bem decretar que a mencionada villa seja elevada á categoria de cidade, com a
denominação de: cidade de Lourenço Marques.
O ministro e secretario d’estado dos negócios da marinha e ultramar assim o tenha
entendido e faça executar.
Paço, em 10 de Novembro de 1887 =REI= Henrique de Macedo”.
A 23 de Maio de 1907 Lourenço Marques tornou-se a capital da colónia de
Moçambique ao ser decretada a reforma denominada “Reorganização Administrativa da
Província de Moçambique”.
A cidade cresceu ligada à actividade portuária e modernizou-se. Um estudo
pormenorizado da cidade, das suas ruas, praças e edifícios, da vida social, económica e
política ao longo do tempo, foi feito pelo historiador português Alexandre Lobato na
obra “Lourenço Marques, Xilunguíne – biografia da cidade”.
Após a independência de Moçambique, a 3 de Fevereiro de 1976, o primeiro Presidente
da República, Samora Moisés Machel, num comício realizado na capital do país
anunciou a mudança do nome da cidade de Lourenço Marques para Maputo, dizendo:
“Vamos dizer Lourenço Marques? População de Lourenço Marques? Então como é
que vamos dizer? Viva a população da Província de Maputo! Viva a população do
distrito de Lourenço Marques? Então são de Lourenço Marques? Não. Então qual é o
nome que vamos dar à nossa Província? Como é que se vai chamar esta Província?
Capital de onde? O nome da capital como é que vamos dizer? Então? Eu vou dizer
depois de ter ouvido muitas opiniões aqui. Lourenço Marques já não é Lourenço
Marques. A capital chama-se Maputo. A partir das nove horas e trinta e cinco minutos
de hoje Lourenço Marques morreu, a nossa capital chama-se Maputo. Província de
Maputo, capital Maputo.”
Maputo manteve-se até hoje como a cidade capital de Moçambique e é a maior das suas
cidades.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Comemoração do 10 de Novembro - Dia da Cidade de Maputo


A Área Disciplinar de História tem o prazer de informar toda a Comunidade Escolar que nos dias 8 e 9 de Novembro irá comemorar, por antecipação, a efeméride relativa ao 10 de Novembro de 1887, através das seguintes acções:

- Exposição de um conjunto de posters relativos à história, urbanismo, paisagística e arquitectura da Cidade de Maputo, desde a sua origem até à actualidade (Átrio Principal);
- Exposição de poemas e desenhos realizados por alunos (Átrio Principal);
- Apresentação do diaporama “A História da Cidade de Maputo” (Átrio Principal e Átrio Fernando Pessoa);
- Artigo sobre a história da Cidade de Maputo (Blog da EPM-CELP).

Assim, todos estão desde já convidados a passar pelos respectivos locais, de modo a ficarem a conhecer algo mais acerca deste dia histórico para Maputo.