quarta-feira, 21 de novembro de 2007

VIII Aniversário da EPM-CELP



No dia 23 de Novembro celebrar-se-á o 8º aniversário da fundação da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa, uma instituição educativa portuguesa sedeada em Maputo e que actualmente conta com cerca de 1300 alunos oriundos de 24 nacionalidades.
A comemoração da efeméride aberta, a toda a comunidade educativa, será composta por dois momentos distintos:

No período da manhã, haverá uma Sessão Solene que será presidida pela Dr.ª Albina Santos Silva e que contará com altos representantes da Educação e das Artes da República de Moçambique (Educação) e da República da África do Sul (Educação e Artes). Será proferida uma Oração de Sapiência proferida pelo Dr. Nélson Saúte, além das intervenções institucionais. Esta Cerimónia contará ainda com a entrega de distinções a Alunos, Professores e Funcionários, Bolsas de Mérito aos alunos, dos diplomas de dedicação a Professores e Funcionários, que pelo seu desempenho pedagógico e profissional, serão distinguidos, o Prémio Miguel Torga e o Prémio Baltasar Rebelo de Sousa. Estes momentos serão intervalados por intervenções musicais, realizadas por alunos e professores. Será ainda descerrado um tríptico de azulejaria portuguesa, o qual pretende invocar a Literatura de Mundo Lusófono, da autoria do Comendador Gilberto Leal.

No período da tarde decorrerá uma Festa ao Ar Livre onde além do já tradicional Magusto de S. Martinho, acontecerão vários momentos lúdicos, como sejam um espectáculo musical e a entrega dos prémios das Olimpíadas de Português e dos Campeonatos de Matemática, realizados ao longo do ano lectivo 2006/2007.

Paralelamente às actividades descritas, decorrerão diversas exposições: de pintura, da autoria dos artistas plásticos Luís Cardoso e João Magude, de escultura, da autoria dos artistas Mulungo e Mboa, de fotografia, do fotografo António Silva e de Azulejaria, da autoria do Comendador Gilberto Leal e ainda um Workshop de Azulejo, dinamizado por artistas moçambicanos e sul-africanos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Visão Júnior - Novembro de 2007 - nº 42

Nota: Clique na imagem para ampliá-la.



terça-feira, 13 de novembro de 2007

III Olimpíadas da Informática

No dia em que a "Cidade das Acácias" ou o "Jardim de África" comemorou o seu 120º aniversário, decorreram nas instalações da Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa, as III Olimpíadas de Informática, organizadas pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação de Moçambique, em parceria com a EPM-CELP, que disponibilizou a infra-estrurura, alguns equipamentos (cerca de 100 computadores), pessoal docente e não docente, para que o referido evento fosse um êxito, à semelhança das realizações anteriores.


sábado, 10 de novembro de 2007

"Dia Do Não Fumador" - 17 DE NOVEMBRO


Tabagismo é o hábito de fumar, o acto voluntário de inalar o fumo da queima do cigarro. Este hábito é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo ocidental.
A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumadores.
Pesquisas realizadas pela OMS comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.
“Oferecer ou aceitar um cigarro é uma gesto frequente, uma atenção, um meio de comunicação entre pessoas.
No entanto, estudos recentes permitem concluir que cada cigarro fumado custa ao fumador 5,5 minutos de esperança de vida e 5 ou 6 anos para quem fumar 20 cigarros por dia.”
(Motta e Sequeira, 1999)

Para assinalar o "Dia Do Não Fumador"- 17 de Novembro, a Área Disciplinar de Ciências Naturais e o Gabinete de Saúde Escolar promovem no âmbito da Educação para a Saúde, na quinta-feira – 15 de Novembro, um conjunto de actividades desenvolvidas, pelos alunos do 9º Ano de Escolaridade, de forma a criar hábitos de prevenção contra o tabagismo. Esta prevenção inclui a prevenção da iniciação ao hábito de fumar, a eliminação das fontes de exposição involuntária ao fumo do tabaco, e o apoio/promoção aos programas de abandono do tabaco.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

X Jornadas de Formação - Cerimónia de Encerramento 03 de Novembro de 2007

Dando sequência à tradição instituída desde Março de 2003, nos dias 27 de Outubro e 03 de Novembro, o Centro de Formação e Difusão da Língua Portuguesa, organizou as X Jornadas de Formação para docentes e técnicos do sistema educativo moçambicano, onde foram contempladas áreas científicas e técnicas com o necessário enquadramento pedagógico, ao sistema de ensino moçambicano: Português e Matemática nos diversos ciclos de ensino, Gestão e Contabilidade, Educação Física e Desporto Escolar, Informática, Educação Pré-Escolar, Educação Visual, Psicologia, Direito e Literatura.

Foi com grande prazer e muito entusiasmo, que o Centro de Formação e de Difusão da Língua Portuguesa, preparou a realização destas jornadas, as quais contaram com a presença de quatrocentos agentes deste sistema, que trabalharam durante estes dois dias, sempre numa perspectiva de partilha de saberes, de técnicas, de experiências, de reflexões e até de dúvidas – porque afinal é essa a génese do processo de formação contínua, procurando superar eventuais constrangimentos do quotidiano, e gerindo a construção intelectual de uma forma estimulante.

A Escola Portuguesa de Moçambique tem investido dentro das suas possibilidades tanto em termos dos recursos financeiros, com em termos dos seus recursos humanos, na formação de professores e de técnicos do sistema educativo de Moçambique, porque acredita que os progressos sócio-económico e tecnológico só serão possíveis, se forem alicerçados na solidez da Educação, onde os professores desempenham um papel fundamental, dado que são eles os verdadeiros agentes da mudança.

Aliás, este investimento surge no âmago da Cooperação Portuguesa, na área da Educação, dentro do espírito de estar a prestar um serviço público, ao país onde a EPM-CELP está implantada de acolhimento.

De facto, ao longo das dez jornadas que a EPM-CELP já organizou, num total de mil setecentas e noventa horas de formação efectiva, já foram formados mais de dois mil professores e técnicos do sistema de ensino moçambicano.
É a clareza destes números, que garantem à EPM-CELP estar no trilho certo, deste périplo científico e pedagógico, que persistirá em realizar, enquanto sentir que há uma demanda a satisfazer.

De Lourenço Marques a Maputo - Alguns dados sobre a sua História



Comemora-se a 10 de Novembro do presente ano de 2007, 120 anos da cidade de
Maputo. Esta cidade, situada na baía e província do mesmo nome, no Sul de
Moçambique tem uma história marcada por conflitos que envolveram vários povos,
africanos, europeus e asiáticos.
Vamos conhecer alguns factos da sua história.
O navegador e comerciante português Lourenço Marques foi, por volta de 1544, o
primeiro europeu a fazer o reconhecimento de toda a região que confinava com a baía a
que chamou do Espírito Santo (actual baía de Maputo) mas há referências portuguesas a
esta baía, anteriores a essa data.
A exploração comercial desta região começou com a fundação de uma feitoria e a
construção de algumas casas nas ilhas, dos Portugueses (próxima da Inhaca) e da
Xefina. Todos os anos chegava à baía do Espírito Santo uma nau que partia da ilha de
Moçambique (ocupada pelos portugueses desde 1507 e depois convertida em sede do
governo colonial) e tinha como objectivo adquirir marfim em troca de tecidos e
missangas.
Durante os séculos XVII e XVIII esta zona começou também a ser frequentada por
navegadores e comerciantes ingleses, holandeses, franceses e austríacos. Durante algum
tempo, primeiro holandeses e depois austríacos, fixaram-se na baía mas, em 1781, uma
expedição militar portuguesa, proveniente de Goa, chegou a esta região, tomou e
destruiu a feitoria que os austríacos haviam erguido e restabeleceu a hegemonia
comercial portuguesa.
«Deve-se a Vicente Caetano da Maia e Vasconcelos, governador interino de
Moçambique, empossado em 8 de Maio de 1781, a iniciativa de se instalar “uma
feitoria e casa forte”, o chamado presídio, para proteger o comércio português na
Baía. Para a sua concretização, nomeou, em 25 de Novembro de 1781, capitão-mor e
governador Joaquim de Araújo e “deu-lhe as instruções por que deveria reger-se, (...)
que constituem a primeira carta orgânica-política, administrativa e económica da baía
e terras de Lourenço Marques”. Oficialmente, essas instruções, consubstanciadas no
denominado Regimento de 25 de Novembro de 1781, são consideradas o diploma de
criação de Lourenço Marques.»
No início do século XIX, o presídio de Lourenço Marques era um pequeno aglomerado
de casas e palhotas que se situavam entre a fortaleza, situada ao pé da praia e a actual
Praça dos Trabalhadores (onde se localiza a Estação dos Caminhos de Ferro). Era
também conhecido pela designação de Xilunguíne que significa o sítio dos brancos.
Em volta da baía existiam várias unidades políticas sendo as principais: Magaia,
Mpfumu e Matola, ao norte, Tembe e Maputu ao sul da baía. Esta zona começou, desde
o início do século XIX, a ser afectada pelas conquistas de vários grupos de nguni,
vindos de Natal. As guerras que daí resultaram provocaram mudanças políticas.
Até 1828 o estado dos Zulu, chefiado por Chaca, estendeu-se até à baía de Maputo. Os
chefes das antigas unidades políticas não foram substituídos mas sim forçados a pagar
tributo e a fornecer apoio militar.
Em 1833 o estado dos Zulu tinha estendido o seu poder até à margem norte da baía e era
chefiado por Dingane (irmão de Chaca) desde 1828. Para o rei Zulu o governador
português de Lourenço Marques, na altura Dionísio Ribeiro, era uma espécie de chefe
regional na baía de Maputo e por isso tratava-o basicamente como tratava os chefes
africanos da região.
No presídio de Lourenço Marques, para além das pressões exercidas pelas várias
unidades políticas que o circundavam, os portugueses enfrentaram a rivalidade dos
ingleses que se tinham estabelecido no Natal desde 1834 e que tinham pretensões
relativamente ao sul da baía (Maputo, Catembe e Inhaca). Esta rivalidade inglesa só foi
resolvida a 24 de Julho de 1875 depois da sentença arbitral proferida pelo então
presidente da República Francesa, marechal de Mac-Mahon que reconheceu a Portugal
direitos soberanos sobre a região.
Nos finais do século XIX o comissário régio António Enes instalou-se em Lourenço
Marques, com o seu estado-maior, para dirigir a ocupação militar do sul de
Moçambique. O chefe Mpfumu Nuamantibjane e o seu aliado Mahazul, chefe da
Magaia, foram os maiores opositores à ocupação colonial portuguesa da baía mas a
mesma acabou por se efectivar.
Lourenço Marques foi-se então expandindo gradualmente, por vontade política
portuguesa e por factores económicos relacionados com o porto que era, na altura, para
as comunidades boers do interior (África do Sul) uma via rápida de comunicação com o
exterior.
A 9 de Dezembro de 1876, Lourenço Marques foi elevada à categoria de vila e a 10 de
Novembro de 1887 ascendeu a cidade pelo decreto real que aqui se transcreve:
“Tomando em consideração o notavel incremento que tem tido a villa de Lourenço
Marques, capital do districto do mesmo nome na provincia de Moçambique, em
resultado dos melhoramentos materiais ali ultimamente realisados, e attendendo á
excepcional importancia que tanto aquella villa como o seu porto hão de adquirir com
a proxima exploração do caminho de ferro que ha de ligar, por uma communicação
facil e rapida, aquele districto com a republica do Transvaal, importancia que é já hoje
muito sensivel no augmento da navegação e do commercio, e na transformação rapida
que se está operando nas condições economicas e sociaes d’aquella povoação: hei por
bem decretar que a mencionada villa seja elevada á categoria de cidade, com a
denominação de: cidade de Lourenço Marques.
O ministro e secretario d’estado dos negócios da marinha e ultramar assim o tenha
entendido e faça executar.
Paço, em 10 de Novembro de 1887 =REI= Henrique de Macedo”.
A 23 de Maio de 1907 Lourenço Marques tornou-se a capital da colónia de
Moçambique ao ser decretada a reforma denominada “Reorganização Administrativa da
Província de Moçambique”.
A cidade cresceu ligada à actividade portuária e modernizou-se. Um estudo
pormenorizado da cidade, das suas ruas, praças e edifícios, da vida social, económica e
política ao longo do tempo, foi feito pelo historiador português Alexandre Lobato na
obra “Lourenço Marques, Xilunguíne – biografia da cidade”.
Após a independência de Moçambique, a 3 de Fevereiro de 1976, o primeiro Presidente
da República, Samora Moisés Machel, num comício realizado na capital do país
anunciou a mudança do nome da cidade de Lourenço Marques para Maputo, dizendo:
“Vamos dizer Lourenço Marques? População de Lourenço Marques? Então como é
que vamos dizer? Viva a população da Província de Maputo! Viva a população do
distrito de Lourenço Marques? Então são de Lourenço Marques? Não. Então qual é o
nome que vamos dar à nossa Província? Como é que se vai chamar esta Província?
Capital de onde? O nome da capital como é que vamos dizer? Então? Eu vou dizer
depois de ter ouvido muitas opiniões aqui. Lourenço Marques já não é Lourenço
Marques. A capital chama-se Maputo. A partir das nove horas e trinta e cinco minutos
de hoje Lourenço Marques morreu, a nossa capital chama-se Maputo. Província de
Maputo, capital Maputo.”
Maputo manteve-se até hoje como a cidade capital de Moçambique e é a maior das suas
cidades.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Comemoração do 10 de Novembro - Dia da Cidade de Maputo


A Área Disciplinar de História tem o prazer de informar toda a Comunidade Escolar que nos dias 8 e 9 de Novembro irá comemorar, por antecipação, a efeméride relativa ao 10 de Novembro de 1887, através das seguintes acções:

- Exposição de um conjunto de posters relativos à história, urbanismo, paisagística e arquitectura da Cidade de Maputo, desde a sua origem até à actualidade (Átrio Principal);
- Exposição de poemas e desenhos realizados por alunos (Átrio Principal);
- Apresentação do diaporama “A História da Cidade de Maputo” (Átrio Principal e Átrio Fernando Pessoa);
- Artigo sobre a história da Cidade de Maputo (Blog da EPM-CELP).

Assim, todos estão desde já convidados a passar pelos respectivos locais, de modo a ficarem a conhecer algo mais acerca deste dia histórico para Maputo.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

X Jornadas de Formação - Dia 27 de Novembro


Depois uma semana bastante nebulada e com alguma chuva, eis que no sábado a EPM-CELP pôde contar com as tréguas dadas pelos Deuses do Olimpo, tendo a Cidade das Acácias, acordado sob um sol radiante.

Quanto à EPM, cada vez mais parecida com a Big Apple, porque também não pára, no dia 27 de Novembro, abriu uma vez mais, as suas portas aos docentes e técnicos do sistema de ensino moçambicano, para as já clássicas Jornadas de Formação, as quais contam já com dez edições, sendo que nesta última estiveram presentes cerca de 400 agentes do referido sistema.

Sob o lema "um professor é um agente da mudança e em constante evolução", ao longo de um dia - das 08 às 16 e 30, partilharam-se saberes e experiências entre os dois sistemas de ensino: o português e o moçambicano.

A derradeira sessão que ocorrerá a 03 de Novembro além da conclusão dos trabalhos, serão ainda entregues os certificados de participação.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

X Jornadas de Formação

Caríssimos Colegas do Sistema de Ensino Moçambicano



Dentro de dois dias, (27 de Outubro) iniciar-se-ão as X Jornadas de Formação para Docentes e Técnicos do Sistema Educativo Moçambicano, nas quais se inscreveram perto de meio milhar de agentes do referido sistema de ensino. É caso para reafirmar que efectivamente a Educação move montanhas!
Para ver se está inscrito clique AQUI.

As listas também se encontram afixadas desde hoje nos painéis junto à porta de entrada na EPM.

A entrada dos formandos e formadores na EPM, será feita pelo portão 1.

Votos de bom trabalho e que a chuva não nos atrapalhe.


Atenciosamente
Jeremias Correia - Coordenador do Centro de Formação

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

16 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação

A Comer é que a Gente se Entende!!!


No dia 16 de Outubro assinala-se, todos os anos, o Dia Mundial da Alimentação. Este dia é comemorado há 27 anos para lembrar o surgimento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em 16 de Outubro de 1945. Todos os anos a FAO propõe um tema diferente para comemorar este dia. O tema do presente ano é "O Direito à Alimentação". Segundo a FAO, "a escolha do tema demonstra o crescente reconhecimento da comunidade internacional à erradicação da fome e da pobreza no mundo e à intensificação do desenvolvimento sustentável".

Para celebrar este dia, os alunos do 6° ano aprenderam, nas aulas de Ciências da Natureza, a fazer iogurte natural. Em seguida, construiu-se um Powerpoint com as fotografias que ilustram os procedimentos desta actividade. No dia 16 de Outubro, terça-feira, foram mostrar aos meninos da pré dos 5 anos como se faz o iogurte natural e levaram um pouco do iogurte que confeccionaram para os meninos da pré provarem e eles gostaram muito! Tinham trazido de casa uma colherinha porque já sabiam que no final iriam poder provar um pouco do iogurte caseiro confeccionado pelos colegas do 6° ano.



Para os alunos do 9° ano as actividades foram outras: tomaram um pequeno almoço saudável, que variou desde sandes de queijo, fiambre ou jam até iogurtes naturais e peças de fruta acompanhadas de sumos de frutas ou leite, às 7.00 horas, na esplanada da Escola; construiram de uma Roda dos Alimentos na cantina da Escola; responderam a um questionário sobre hábitos alimentares e fizeram o tratamento estatístico dos resultados nas aulas de Área de Projecto durante as semanas que precederam esta data. Na terça-feira, dia 16 de Outubro, apresentaram-nos, em Powerpoint, aos colegas do 6° ano, com auto-críticas, sugestões e conclusões.



O Grupo de Ciências

terça-feira, 16 de outubro de 2007

X Jornadas de Formação para Docentes e Técnicos do Sistema de Ensino Moçambicano

Nos próximos dias 27 de Outubro e 03 de Novembro (dois Sábados), entre as 08.00 e as 16h30m, a Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa, vestirá o seu traje de gala, para acolher no seu seio todos os docentes e técnicos do Sistema de Ensino Moçambicano, que queiram frequentar gratuitamente as X JORNADAS DE FORMAÇÃO.
À semelhança das anteriores nove Jornadas, as inscrições decorrem nos Serviços Administrativos da EPM-CELP durante o horário de expediente: 7.15h - 12.30h (manhã) e 14.00h - 15.30h (tarde). O período aberto para as inscrições será de 15 a 24 de Outubro de 2007.

Os módulos a ministrar (num total de 15 horas) encontram-se especificados na imagem que a seguir se apresenta:

Poderão encontar mais informação em

Participem!

domingo, 14 de outubro de 2007

sábado, 13 de outubro de 2007

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO


“Desde os primeiros tempos, na procura da sua comida, a Humanidade foi à descoberta do mundo. A fome foi o motor desta marcha para a frente. Ela ainda é a fonte de todas as suas energias, o motivo dos seus progressos, a origem dos seus conflitos…
À volta do alimento construíram-se civilizações, enfrentaram-se impérios, foram feitas leis, trocaram-se saberes
…”(Maguelone Toussaint-Samat)

No próximo dia 16 de Outubro será celebrado o Dia Mundial da Alimentação. É um momento em que o mundo volta sua atenção para a fome e a insegurança alimentar que afectam cerca de 800 milhões de pessoas. A data, que é comemorada há 27 anos, lembra o surgimento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em 16 de Outubro de 1945. O tema proposto pela FAO para este ano é "O Direito à Alimentação". Segundo a FAO, "a escolha do tema demonstra o crescente reconhecimento da comunidade internacional à erradicação da fome e da pobreza no mundo e à intensificação do desenvolvimento sustentável".
Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação (16 de Outubro), a Área Disciplinar de Ciências Naturais e o Gabinete da Saúde Escolar promovem no âmbito da Educação para a Saúde, na terça-feira, um conjunto de actividades, tais como a construção da Nova Roda dos Alimentos ao vivo, a demonstração do fabrico do iogurte, com o objectivo de aumentar o consumo de leite, palestras dadas pelos alunos sobre alimentação equilibrada e distribuição dos alimentos à escala global.
Este conjunto de actividades tem como objectivo incutir nos nossos alunos, a importância de uma alimentação equilibrada para a manutenção e crescimento do organismo, e ainda a importância da conquista de um Mundo livre de fome.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Abertura do Ginásio

A Escola Portuguesa de Moçambique passou a ter um ginásio (provisório) para que toda a comunidade escolar possa realizar actividade física. As aulas terão lugar às terças e quintas, entre as 17.30 e 18.30. Os Professores, alunos, funcionários interessados deverão contactar o professor João Figueiredo.






segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Projecto de Intercâmbio Moçambique - Brasil

Olá! Moçambique!

Estamos em Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil. Fica quase toda (97,2%) em uma ilha costeira – a Ilha de Santa Catarina – , separada do continente por um canal de 500m de largura , no trecho mais estreito. Não é uma cidade grande, pelos padrões brasileiros: sua população não passa de 250 mil habitantes – chega a 300 mil se considerarmos os outros municípios da região metropolitana.

A principal fonte de renda local é o turismo: 42 praias, na maioria oceânicas, atraem visitantes de toda a região e dos países vizinhos – Uruguai e Argentina. Com o clima subtropical, diferentemente dos estados tropicais do Norte, temos estações bem delimitadas – inverno, primavera, verão, outono. Nada, porém, fora da faixa entre 8 e 35 graus centígrados. Há por aqui também igrejas, fortalezas e moradias conservadas ou restauradas que datam do século XVIII, quando o território era disputado por Portugal e Espanha.

As escolas em que trabalhamos e estudamos fazem parte da rede municipal.

Uma delas, Escola Básica Batista Pereira, fica no Ribeirão da Ilha, o primeiro arruamento que se formou quando o Marquês de Pombal trouxe para cá imigrantes açorianos, no contexto da disputa com os espanhóis. Hoje, é um bairro que confronta o continente, com economia baseada no turismo (restaurantes, principalmente) e no cultivo de ostras e mexilhões.

A outra escola, Professora Dilma Lúcia dos Santos, fica distante uns sete quilômetros, perto da praia oceânica da Armação, muito freqüentada nos meses de férias escolares. O bairro formou-se em torno de instalações montadas para a pesca e desmonte de baleias, atividade que se encerrou na década de 1970. Hoje, a principal ocupação dos moradores é a pesca oceânica: os açorianos não tinham tradição pesqueira, mas um japonês, NoboroOda, lhes ensinou a usar redes cerco. Hoje, os barcos incorporam as últimas novidades tecnológicas.

O mais interessante nesses lugares, particularmente na Armação, é o encontro de povos e culturas, típico do Brasil: os açorianos e outros portugueses; os negros, que aqui se estabeleceram, antes e depois da abolição da escravatura; alemães, empresários da pesca da baleia; japoneses que vieram na primeira metade do Século XX; indígenas, principalmente guaranis; italianos; imigrantes recentes, de países vizinhos de fala espanhola (Paraguai, Uruguai, Argentina, Bolívia); sabe-se lá quem mais. Não esperem, no entanto, encontrar guetos: intensamente miscigenados, esses ancestrais aparecem, hoje, principalmente nos traços fisionômicos das crianças e nos sobrenomes, alguns difíceis de ler.

Agora, que nos conhecemos, vamos aprofundar o diálogo.


Nildes Lage

Este projecto de Intercâmbio vai ser desenvolvido através da plataforma moodle. Apela-se a todos que queiram participar, serão bem vindos. Para tal basta increveres-te na disciplina do moodle - Projectos de Intercâmbio - Moçambique - Brasil. Queres conhecer uma nova realidade? Uma nova Cultura? Conhecer novos amigos? Estás à espera de quê? Pede ajuda ao teu professor de história e participa.

Comemoração da efeméride do 5 de Outubro de 1910

A Área Disciplinar de História tem o prazer de informar toda a Comunidade Escolar que durante o dia 8 de Outubro irá comemorar a efeméride relativa ao 5 de Outubro de 1910, através das seguintes acções:

- Apresentação de um diaporama a passar, durante todo o dia, quer no Átrio junto à Papelaria, quer no Átrio contíguo ao Bar;

- Escrita de um artigo sobre o mesmo, que está disponível no blog da Escola desde o dia 4 de Outubro.

Assim, todos estão desde já convidados a passar pelos respectivos sítios, de modo a ficarem a conhecer algo mais acerca deste dia histórico para Portugal.

A Área Disciplinar de História

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA em 5 de OUTUBRO de 1910


Nos finais do século XIX, inícios do século XX, Portugal era um país pobre e atrasado, onde uma agricultura de subsistência era a actividade económica predominante. A indústria estava reduzida aos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto e a Balança Comercial era cronicamente deficitária, uma vez que a maioria dos bens necessários à população tinham de ser importados.
Era um país onde reinava a miséria, o desemprego e o analfabetismo, sem que os diversos governos monárquicos fossem capazes de inverter a situação.
Para muitos, a emigração foi a alternativa para escapar a este quadro de pobreza e falta de oportunidades. Foram milhões os portugueses que, então, rumaram ao Brasil.
O português tipo era descrito na figura do Zé Povinho, sujeito rude, mal-educado, analfabeto e sempre insatisfeito com a vida e o país, com a qual Rafael Bordalo Pinheiro procurou retratar a maioria da população portuguesa de então.
Assim, cada vez mais, a população portuguesa estava descontente, orientando essa insatisfação para a pessoa do rei D. Carlos, que, na época, era o chefe máximo da governação. O descontentamento face ao rei e à monarquia era, sobretudo, inflamado pela acção de um pequeno partido político - O Partido Republicano, que aproveitava todas as ocasiões para denegrir a imagem do rei responsabilizando-o pela má situação que o país vivia. Nos jornais, em comícios e manifestações os republicanos transmitiam aos populares a ideia que a causa de todos os problemas era só uma: a existência de um rei incapaz que não fora escolhido pela população.
Assim, pouco a pouco, as fileiras daqueles que estavam contra o rei e a monarquia foram engrossando, sobretudo após o episódio do ultimato inglês de 1890. Este episódio ocorreu quando Portugal apresentou à comunidade internacional o Projecto do Mapa Cor-de-Rosa, que consistia na intenção de ocupar todo um vasto território que ficava entre Angola e Moçambique, pretendendo, desta forma, unir as suas principais colónias em África. Quem não aceitou este projecto português foi a Inglaterra, principal potência económica e militar da época, que ameaçou Portugal com uma intervenção militar. Face a este ultimato, o rei D. Carlos desistiu do projecto de unir as colónias portuguesas no Sul de África, cedendo assim às exigências inglesas. Acusado de cobardia e de não defender os interesses de Portugal, esta sua atitude provocou grandes manifestações em todo o país e um divórcio irreversível entre os portugueses e o seu rei.
Logo em 1891, no Porto, a 31 de Janeiro deu-se uma primeira tentativa de implantação da república em Portugal. Um pequeno contingente militar, a que se associou boa parte da população portuense, chegou a festejar o fim da monarquia e da governação de D. Carlos, mas foram recebidos e dispersos a tiro pela polícia e tropas fiéis ao rei, num episódio que se saldou num grande número de mortos. Assim, nalguns grupos republicanos mais radicais desenvolveu-se a ideia de assassinar o rei, considerado o grande culpado de todos os males que afectavam o país. Esta intenção foi concretizada em 1908, quando um pequeno grupo de homens armados conseguiu abeirar-se de uma carruagem em que seguia a família real e disparou mortalmente sobre o rei e o seu filho mais velho, o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe. Sucede-se no trono D. Manuel II, filho mais novo do rei assassinado. Jovem e impreparado, este novo monarca foi incapaz de inverter a situação e impedir o fim da monarquia.
O seu reinado foi curto, pois terminou abruptamente no dia 5 de Outubro de 1910, quando militares e populares se uniram nas ruas de Lisboa, venceram as poucas tropas que se mantinham fiéis ao rei e prenderam toda a família real. De imediato, o rei e família foram expulsos do país, rumando para um exílio forçado no Brasil, e o país celebrou a implantação da República, que trazia a promessa de mudança e a esperança de um futuro melhor. Mudaram-se, em nome dos novos tempos, os símbolos do país: adoptou-se uma nova bandeira e um o hino denominado – a Portuguesa – e que fora uma canção feita por republicanos aquando do ultimato inglês. Pouco tempo depois, organizaram-se eleições, onde o povo português foi chamado a escolher o seu Chefe de Estado – a escolha recaiu sobre um antigo professor – Manuel de Arriaga que se tornou oficialmente no primeiro presidente da República Portuguesa.***

O GRUPO de HISTÓRIA



*** O texto presente é o Guião de um Diaporama feito na EPM-CELP no contexto das comemorações do 5 de Outubro, com o qual se pretende transmitir aos alunos um conhecimento mais completo das razões históricas que conduziram à implantação da República em Portugal. Desta forma, este texto foi escrito com um objectivo essencialmente didáctico, sem contudo, como é óbvio, perder rigor científico.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Acção de formação - Educação na Mudança

De 08 a 16 de Outubro, decorrerá na EPM-CELP organizada pelo CFDLP, uma acção de formação para o pessoal docente no âmbito da Comunicação Interpessoal, subordinada ao tema Educação na Mudança.
Citando ipsis litteris, as doutas palavras do formador desta acção, Dr. António Cabrita, docente universitário da Universidade Politécnica (Moçambique) e escritor,


Eis-nos banhados em plena confusão de valores, órfãos das «grandes narrativas» (as ideologias) que lhes davam sentido. Para além disso assistimos a um deslocamento dos imaginários-âncora, dos paradigmas que antes arrastavam gerações. Os anos sessenta e setenta edificaram-se em torno de um imaginário maniqueu de oposições. Sucedeu-se depois uma fase de «desconstrução» e de pós-colonialismo. A partir dos anos 90, suspenso o mundo num multiculturalismo crescentemente difuso, sobressai um «imaginário de aliança» e de negociação e a sociedade oscila entre o consumismo desbragado e um modelo de regulação controlado cada vez mais à distância, nos centros de decisão onde se giza a estratégia da Globalização.

Que lugar subsiste para a identidade, os valores, a cultura, a educação?
Pode a educação firmar que critérios últimos, em matéria de formação?
Que sobra para o privado, agora que o próprio conceito de espaço público, essencial à
teoria democrática, se converteu em mero campo publicitário e mediático?

Que novas mitologias preenchem a “era do vazio”, num palco social onde a «imagem» e a «comunicação por rede» partilham um poder hegemónico?
E que novos sinais de identidade emergem - com “novos ritos de passagem” entretecidos
entre os jovens numa sociedade que sobrepõe ao “sentido de risco e

aventura” (inadiáveis para a construção do adulto) a ideia abafadora da
segurança?
Por fim, como ecoa tudo isto em Moçambique, na encruzilhada entre a Tradição e a
Modernidade?

A ideia do Seminário é mostrar que um fio condutor anima afinal este aparente caos e que despontam uma nova necessidade de responsabilidade social e uma nova ética – uma ética para náufragos, talvez, indispensáveis para quem anseia transmitir valores.

Comemoração da efeméride do 4 de Outubro de 1992

A Área Disciplinar de História tem o prazer de informar toda a Comunidade Escolar que no dia 3 de Outubro irá comemorar, por antecipação, a efeméride relativa ao 4 de Outubro de 1992, através das seguintes acções:
- Apresentação de um diaporama a passar, durante todo o dia, quer no Átrio junto à Papelaria, quer no Átrio contíguo ao Bar;
- Mostra de um cartaz alusivo ao tema, exposto na Sala de História (Sala 28);
- Escrita de um artigo sobre o mesmo, que estará disponível no blog da Escola a partir do dia 3 de Outubro.
Assim, todos estão desde já convidados a passar pelos respectivos locais, de modo a ficarem a conhecer algo mais acerca deste dia histórico para Moçambique.

A Área Disciplinar de História

Acção de Formação - Iniciação às TIC´s


Entre os dias 8 e 13 de Outubro, irá decorrer na EPM-CELP, uma acção de formação na modalidade de curso e com a duração de vinte horas, relativamente à aplicação das TIC.

A razão desta acção, prende-se com a necessidade de dotar todo o corpo docente de competências nesta área, para que possam responder positivamente a todas as solicitações relacionadas com a realidade funcional da EPM – CELP e respetiva filosofia laboral, a qual está intrinsecamente ligada às NTIC.
Na página do Moodle da EPM, afecto ao Centro de Formação e de Difusão da Língua Portuguesa (CFDLP), encontra-se o programa da acção.