Escola Portuguesa de Moçambique noticiada no diário de notícias.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
WORLD PRESS PHOTO 08
A edição deste ano da World Press Photo é inaugurada nesta sexta-feira (3), em Maputo. A Fortaleza de Maputo acolhe a mostra de fotografia, que termina no dia 24.
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A escola portuguesa de Moçambique vista por Pacheco Pereira
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
V Simposium Internacional(Conclusões)
No V Simposium Internacional de Língua Portuguesa, dedicado à Educação Intercultural : Práticas e Reflexões
Foram apresentadas vinte e uma comunicações, cobrindo um vasto espectro de saberes , da educação à antropologia, passando pela história, pela literatura, pela sociologia e pela linguística, o que por si só demonstra a riqueza e a complexidade dos assuntos e temas que foram convocados ;
Foi dinamizada uma Oficina Pedagógica, onde foram apresentadas reflexões tão estimulantes quanto responsabilizadoras enquanto pensamento estratégico para esta instituição ;
Foram inauguradas duas Exposição de Artes Plásticas;
Foi apresentada uma Exposição evocativa dos 120 anos do nascimento do Poeta Camilo Pessanha , patente na Biblioteca Poeta José Craveirinha ;
Foi lançada a Revista 'Aprender Juntos', Nº 10-11, que contém as comunicações apresentadas ao IV Simposium, dedicado à 'Lusofonia : Línguas e Patrimónios' ;
“No dia em que morri”, Poesias, de Paulo Bandeira Faria;
“A Árvore Sagrada”, Conto, de Marcelo Panguana ;
“Cabotagem & Ressaca”, Poesia, de José Luz Tavares ;
“22 sms da Beira para Saragoça”, Poesia, de Mbate Pedro.
É de referir que os autores são, respectivamente, de Portugal, de Moçambique e de Cabo Verde.
Foi lançado o livro “Percursos e Olhares : Uma Introdução à Arte Moçambicana”, onde se inventariam alguns dos mais significativos nomes da estética e das artes .
Esta obra pode ser encarada como o primeiro dicionário contemporâneo dos artistas de Moçambique, sendo compreensível o seu enorme valor pedagógico e didáctico ;
Usufruímos de diversos momentos musicais, protagonizados pelos Alunos e Professores, não esquecendo uma orquestra instrumental tradicional e uma singela dramatização, onde o virtuosismo e o saber estar foram bem patentes.
Este V Simposium dedicado à Educação Intercultural : Práticas e Reflexões, representou um grande investimento numa formação em banda larga, valorizando-se o intercâmbio de ideias, de experiências e de práticas desencontradas no espaço e no tempo.
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sábado, 4 de outubro de 2008
5 de Outubro de 1910 - O dia da implantação da República em Portugal
Nas últimas décadas do século XIX sentia-se, por todo o País, o descontentamento da população.
A maioria do povo português continuava a viver com grandes dificuldades. Aqueles que já antes eram pobres - operários, agricultores e outros trabalhadores rurais – estavam cada vez mais pobres, e só os que já eram muito ricos conseguiam aumentar a sua fortuna.
Esta situação provocava grande agitação e mal-estar. A humilhação gerada pelo Ultimato inglês tinha originado uma onda de indignação contra o rei, acusado de fraqueza, cobardia e traição. Os sucessivos governos da monarquia liberal mostraram-se incapazes de melhorar as condições de vida da população.
E, em 1876, formou-se um novo partido, chamado "partido republicano". Os republicanos achavam que à frente do País não devia estar um rei, o qual nem sempre tinha as capacidades necessárias para o cargo, mas sim um presidente eleito pelos Portugueses e que governasse só durante alguns anos. Consideravam, portanto, que a forma de governo do País tinha de ser alterada. A monarquia devia ser substituída por uma república.
Em 1908 activistas republicanos assassinaram o rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe. A monarquia entrava em agonia.
A revolução republicana iniciou-se em Lisboa, na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910. Foi a primeira grande revolução portuguesa do século XX. O movimento revolucionário partiu de pequenos grupos de conspiradores: membros do exército e da marinha (oficiais e sargentos), alguns dirigentes civis e grande número de populares armados. Apesar de alguma resistência e alguns confrontos militares, o exército fiel à monarquia não conseguiu organizar-se de modo a derrotar os revoltosos. A revolução saiu vitoriosa. Na manhã do dia 5 de Outubro de 1910, José Relvas e outros membros do Directório do Partido Republicano Português, à varanda da Câmara Municipal de Lisboa e perante milhares de pessoas, proclamaram a República.
No mesmo dia, o rei D. Manuel II e a família real embarcaram na praia da Ericeira com destino a Gibraltar. O último rei de Portugal seguiu depois para o seu exílio na Inglaterra.
Acabavam, assim, mais de sete séculos de monarquia em Portugal.

O Grupo Disciplinar de História
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4 de Outubro de 1992 - O Acordo Geral de Paz em Moçambique
Comemora-se a 4 de Outubro quinze anos de paz e reconciliação nacional alcançadas com o Acordo Geral de Paz, assinado em Roma, em 1992, entre o Governo moçambicano e a Renamo. Pôs-se fim a uma guerra que devastou a economia nacional e teve consequências trágicas para a população.Na origem desta guerra estão vários factores sendo de destacar as grandes tensões político-militares que, desde 1975 (ano da independência), se fizeram sentir entre Moçambique e os países vizinhos da Rodésia e África do Sul. Estes dois países, cujos governos, de fortes características coloniais, temiam o avanço do socialismo pela África Austral, desencadearam, desde 1976, várias operações militares em território moçambicano e apoiaram a criação do Movimento Nacional de Resistência (MNR) que integrou moçambicanos opostos ao regime recém-criado da Frelimo.
A partir de 1981, uma força da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) foi-se infiltrando no interior de Moçambique, sobretudo na Província de Gaza e espalhou-se rapidamente pelas regiões do sul e do centro.
Entre 1982 e 1983, forças da Renamo actuavam nas províncias de Gaza, Manica, Sofala, Tete, Zambézia, Nampula e Niassa e, para sul, em Inhambane e Maputo.
A 16 de Março de 1984, as autoridades moçambicanas assinaram o Acordo de Nkomati com a África do Sul. O acordo ditava a cessação do apoio de Moçambique às forças nacionalistas sul-africanas do Congresso Nacional Africano (ANC), com a África do Sul a retirar o seu apoio à Renamo. Todavia, este acordo foi insuficiente para terminar a guerra, uma vez que as actividades da Renamo prosseguiram.
Em 1989, o governo moçambicano desenvolveu novos esforços para obter um entendimento que levasse ao fim da guerra civil, causa de pesadas perdas humanas e materiais. Nesta fase, desempenharam um papel importante as Igrejas Católica e Anglicana, o Conselho Cristão de Moçambique e os dirigentes do Quénia e do Zimbabwe.
Em 1990, iniciaram-se conversações mais directas e formais em Roma, com o apoio da Comunidade de Santo Egídio e do Governo Italiano. Seguiram-se nove rondas negociais.
A 4 de Outubro de 1992, realizou-se em Roma a assinatura do Acordo Geral de Paz, entre o Governo moçambicano e a Renamo, que pôs fim à guerra.
O Acordo foi composto por sete Protocolos, que regulavam questões de carácter político, militar e económico. Para a sua implementação foram constituídas Comissões, que funcionaram entre finais de 1992 e finais de 1994, ou seja, por um período aproximado de dois anos. A Comissão de Supervisão e Controlo (CSC) foi o principal órgão coordenador e controlador da implementação do Acordo. Foi criada ao abrigo do Protocolo I e presidida por Aldo Ajello, representante local do Secretário-Geral das Nações Unidas. Integrou uma delegação da Renamo, chefiada por Raúl Domingos e uma delegação do Governo, chefiada por Armando Guebuza. Incluiu representantes da Itália, Portugal, Reino Unido, Estados Unidos da América, França, OUA e Alemanha.
A esta Comissão coube:
- Garantir as disposições contidas no Acordo Geral de Paz;
- Garantir o respeito pelo calendário previsto para o cessar-fogo e para a realização de eleições;
- Responsabilizar-se pela interpretação autêntica dos acordos;
- Dirimir os litígios surgidos entre as partes;
- Orientar e coordenar as actividades das comissões que se lhe subordinaram.
Em paralelo, entraram em funções as Comissões subordinadas:
- Comissão de Cessar-Fogo (CCF);
- Comissão de Reintegração (CORE);
- Comissão Conjunta para a Formação das Forças Armadas de Defesa e Segurança de Moçambique (CCFADM);
- Comissão Nacional dos Assuntos Policiais (COMPOL);
- Comissão Nacional de Informação (COMINFO);
- Comissão Nacional da Administração Territorial;
- Comissão Nacional de Eleições;
- O Tribunal Eleitoral.
Nesses dois anos (1992 a 1994), o país passou por profundas mudanças: adopção do multipartidarismo; realização das primeiras eleições multipartidárias, em Novembro de 1994; desenvolvimento de meios de comunicação social independentes; formação de diversas organizações e associações a nível da sociedade civil; passagem de uma economia socialista centralizada para um regime neo-liberal.
O Acordo Geral de Paz deu origem ao ciclo político e económico que ainda hoje vivemos em Moçambique.
O Grupo Disciplinar de História
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Nuno Domingues
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A Astronomia e as Ciências Espaciais
Desta forma, informa-se que as Nações Unidas proclamou no dia 20 de Dezembro de 2007 que 2009 será considerado ano Internacional de Astronomia tendo como tema central, Descobre o teu Universo!. Sendo assim, AIA2009 será uma celebração global (vide a Figura 2) da Astronomia e da sua contribuição para a sociedade e para a cultura, estimulando o interesse a nível mundial não só na Astronomia, mas na ciência em geral, com particular incidência nos jovens.

O AIA2009, assinala o gigantesco passo que constituiu a primeira utilização do telescópio para observações Astronómicas por Galileu (400 anos atrás), e retrata a Astronomia como uma iniciativa científica pacífica que une os Astrónomos numa família internacional e multicultural, trabalhando em conjunto para descobrir as respostas para algumas das questões mais fundamentais para a Humanidade.
O AIA2009 é, antes de mais nada, uma actividade para os cidadãos do Planeta Terra. Pretende transmitir o entusiasmo pela descoberta pessoal, o prazer de partilhar conhecimento sobre o Universo e o nosso lugar nele e a importância da cultura científica. A maior parte das actividades do AIA2009 terá lugar a vários níveis: local, regional e nacional. Alguns países formaram já comités nacionais para preparar actividades para 2009. Estes comités constituem colaborações entre Astrónomos amadores e profissionais, centros de ciência e comunicadores de ciência.
A nível geral, a União Astronómica Internacional (UAI) terá um papel de destaque enquanto catalizadora e coordenadora. A UAI irá organizar um pequeno número de eventos globais ou internacionais como as Cerimónias de Abertura e Encerramento, mas as principais actividades terão lugar a nível nacional e serão coordenadas pelos Nodos Nacionais em estreita colaboração com a UAI.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
25 de Setembro de 1964 - O Início da luta armada
Passaram-se quarenta e quatro anos sobre os acontecimentos que marcaram o início da guerra que, em Moçambique, pôs em confronto as Forças Armadas Portuguesas e a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique).Guerra Colonial / Luta de Libertação, são duas das designações usadas para esse período histórico que vai de 1964 a 1974. Questões como esta (da designação, por exemplo) tornam difícil a tarefa do historiador. É que há sempre várias versões para narrar o mesmo acontecimento.
Sobre este período há numerosas fontes, das duas partes envolvidas. Umas já podem ser consultadas, outras ainda não, mas já foram produzidos numerosos artigos, livros, filmes e documentários, com depoimentos de quem viveu “na primeira pessoa” esse conflito. Cabe a cada um de nós fazer uma análise cuidada de toda a informação a que tem acesso não esquecendo que primeiro é preciso conhecer as “várias versões” e só depois se tiram as c
onclusões.Achamos importante começar por lembrar o contexto histórico que conduziu a esse período tão conturbado, para os povos português e moçambicano, dado que envolveu numerosas mortes, casos de invalidez, perdas materiais avultadas, entre outros aspectos que afectaram a vida económica, social, cultural e política.
Com o fim da 2ª Guerra Mundial e a aprovação da Carta das Nações Unidas as várias potências coloniais europeias encetaram, de forma mais ou menos pacífica, a via da negociação e da transferência de poderes – o processo de descolonização.
Em Portugal, o Estado Novo de Salazar viu-se obrigado a rever a sua política colonial o que resultou num conjunto de reformas que acabaram por não ter grande impacto em Moçambique. Na prática, visavam sobretudo atenuar as pressões internacionais e calar as vozes que, tanto em Portugal como em Moçambique (e outras colónias), exigiam uma solução para a questão colonial. Salazar, apesar das várias pressões, conseguiu manter uma política isolacionista, profundamente centralizadora e integracionista.

Por toda a África crescia, desde o início da década de cinquenta, o clima anti-colonial. Em Moçambique e outros países africanos, assim como em Portugal e França, formaram-se várias associações de moçambicanos, geralmente ao redor dos mais escolarizados, que exerciam uma grande influência sobre a juventude e grupos socioprofissionais. Da congregação dessas associações surgiu a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), fundada em 25 de Junho de 1962 sob a presidência de Eduardo Mondlane. A estratégia adoptada consistiu em unir todas as forças nacionalistas para lutar pela independência de Moçambique.
Depois de dois anos de preparação político-militar no exterior do território, a Luta Armada de Libertação Nacional teve o início simbólico a 25 de Setembro de 1964, com o ataque, dirigido por Alberto Joaquim Chipande, ao Posto Administrativo de Chai, na província setentrional de Cabo Delgado, acompanhado de uma proclamação solene de desencadeamento da guerra.
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Rodrigo Borges
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Visita ao Navio Escola Sagres
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Dia do Diploma
Na impossibilidade do aluno comparecer, o referido diploma será entregue ao respectivo Encarregado de Educação.
A Presidente do Conselho Directivo
Dina Trigo de Mira
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Manuel J. R.
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(TI)NYANGA - Encarnação de Histórias e Memórias.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
O Acordo de Lusaka - 7 de Setembro de 1974
As conversações acordaram princípios que abriram uma nova página na história das relações entre os dois países.
Entre os princípios então acordados, importa destacar:
-A indicação da data da independência de Moçambique para 25 de Junho de 1975, dia do aniversário da fundação da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).
- A transferência de poderes, pelo que foi criado o Governo de Transição, sob a direcção de um Primeiro-Ministro, Joaquim Alberto Chissano, coadjuvado por nove Ministros. A saber: Ministro da Administração Interna, Armando Emílio Guebuza; Ministro da Justiça, Rui Baltazar dos Santos Alves; Ministro da Coordenação Económica, Mário Fernandes da Graça Machungo; Ministro da Informação, José Óscar Monteiro; Ministro da Educação e da Cultura, Gideon Ndobe; Ministro do Trabalho, Mariano de Araújo Matsinha; Ministro das Comunicações e Transportes, Alcântara Santos; Ministro da Saúde e Assuntos Sociais, António Paulino; e Ministro das Obras Públicas e Habitação, Eugénio Picolo. De referir que os primeiros seis Ministros foram propostos pela delegação moçambicana e os restantes três pela portuguesa.
- O estabelecimento e desenvolvimento de laços de amizade e cooperação construtiva entre os respectivos povos, nomeadamente nos domínios cultural, técnico, económico e financeiro, numa base de independência, igualdade, comunhão de interesses e respeito da personalidade de cada povo.
- Uma acção concertada para eliminar todas as sequelas do colonialismo e criar uma verdadeira harmonia racial, onde a definição de moçambicano não se definiria pela cor da pele mas pela identificação voluntária com as aspirações da Nação Moçambicana.
Foi no espírito destes nobres princípios que a Frente de Libertação de Moçambique e o Governo Português se felicitaram pela conclusão deste Acordo.
Por este dignificante percurso dos dois países e povos queremos dizer: bem hajam os obreiros do Acordo de Lusaka de 7 de Setembro de 1974!
O Grupo Disciplinar de História
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Nuno Domingues
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
V Simposium Internacional da Língua Portuguesa
Pessoas dos mais diversos países, com hábitos distintos, diferentes formas de pensar e estar no mundo, passaram a viver conjuntamente, embora em posições relativas diferentes. Nestes contextos as atitudes face à diferença variam de uma tolerância extrema (relativismo cultural) a uma crispação em torno das diferenças que traz à luz o retorno e a reinvenção das tradições ou a uma perda de identidade própria (assimilação).
As situações que daqui advêm podem ir de um diálogo amistoso ao confronto.
Face a isto como se posicionam os sistemas educativos? Como é que as práticas educativas têm em conta o contexto multicultural? Que experiências existem no campo da educação intercultural e multicultural e que diferenças existem entre estes dois conceitos? Que resultados se podem esperar em termos de cidadania dos vários tipos de modelo educativo, tendo em conta das diferenças culturais do mosaico que compõe as escolas de hoje? Reproduzirá a escola os estigmas sociais e económicos ou será um campo para esbater as diferenças de oportunidade dos diferentes cidadãos?
Qual o papel da(s) Arte(s), da(s) Literatura(s), da História numa perspectiva pedagógica de formação para a cidadania?
Qual a responsabilidade que cabe aos meios de comunicação social na difusão de mensagens de tolerância e de coabitação com a diferença?
Assim sendo e visto que a EPM-CELP é uma escola claramente multicultural, com alunos oriundos de 25 países, com diferentes credos religiosos e formas distintas de cultura, sugerimos que o tema do V Simposium, a realizar entre os dias 29 de Setembro e 1 de Outubro seja:“ Educação Intercultural: Reflexões e Práticas”
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Actividades de Abertura do Ano Lectivo
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Matemática: Português eleito para secretário-geral da ICMI
Jaime Carvalho e Silva é o primeiro português a ocupar o cargo.A eleição, em que votaram representantes dos professores de matemática a nível mundial, decorreu quarta-feira em Monterrey, no México.
O professor português faz parte da Comissão Executiva da ICMI, é coordenador da Subcomissão da ICMI Portugal e investigador de Análise e História e Metodologia da Matemática do Centro de Matemática da Universidade de Coimbra (CMUC).
Jaime Carvalho e Silva venceu em 2005 o prémio José Sebastião e Silva, pelo livro «Matemática 7» e já tinha recebido uma menção honrosa do mesmo prémio, em 2000, pelo livro «Matemática 8».
A ICMI foi estabelecida pela primeira vez no Congresso Internacional de Matemáticos de Roma em 1908, sob sugestão do matemático e historiador da matemática David Eugene Smith.
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Ano lectivo 2008-2009 - Aos Encarregados de Educação do 1ºCiclo
Devido a um programa especial que se realizará no 1º dia de aulas (4 de Setembro), solicita-se a todos os encarregados de educação do 1º, 2º, 3º e 4º anos do 1º Ciclo, que só tragam os materiais do aluno (livros, cadernos e outros), no 2º dia de aulas, dia 5 de Setembro de 2008.
Lembramos ainda, que todos os materiais do seu educando devem vir devidamente identificados.
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